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WHATSAPP: Vaza conversa em grupo de apoiadores de Hildon para “bater” no Governador

"Vamos confundir a opinião do Governador, a população vai ficar sem entender o que ele quer”, disse um dos membros

Rondoniaovivo - João Paulo Prudêncio

07 de Julho de 2020 às 09:44

Atualizada em : 07 de Julho de 2020 às 09:58

Foto: Divulgação

 

O vazamento de uma suposta conversa em um grupo no WathsApp de apoiadores do prefeito de Porto Velho (RO), Hildon Chaves (PSDB), evidenciou ainda mais o clima de tensão estabelecido com o governador do Estado, Marcos Rocha (SEM PARTIDO), por conta da gestão do combate à pandemia de Coronavírus  na capital.

 

Supostamente denominado GT45, em uma possível abreviação das palavras Grupo de Trabalho, seguido pela legenda do partido de Chaves, o 45, o grupo da rede social recebeu uma mensagem informando que o Senador Marcos Rogério (DEM) concederia uma entrevista a uma emissora de TV local.

 

 

Rapidamente, os membros do suposto grupo se manifestam e afirmaram “Vamos bombardear a linha telefônica declarando nosso apoio”, em outro momento um dos integrantes disse “vamos confundir a opinião do Governador, a população vai ficar sem entender o que ele quer”.

 

 

Grupo de WathsApp na mira da PF

 

Vale ressaltar que essa não é a primeira vez que o prefeito Hildon Chaves tem seu nome relacionado a conversas indevidas em grupos de apoiadores no WathsApp.

 

Veja mais:

 

ABUSO DE PODER E USO DA MÁQUINA: MPF pede inelegibilidade do ex-promotor Hildon Chaves (PSDB)

 

Após a eleição estadual de 2018, um inquérito apresentado pela Polícia Federal, trouxer a tona a informação de um grupo de WhatsApp denominado “Grupo de Planejamento”, composto por todos os secretários municipais e o próprio prefeito Hildon Chaves.

 

O grupo foi descoberto após a apreensão de celulares e equipamentos eletrônicos de pessoas ligadas diretamente à gestão de Hildon Chaves. Cabia a esse grupo a gestão e organização de diversos pontos da campanha de correligionário ao governo de Rondônia

 

Chaves e outros correligionários e integrantes de sua gestão foram acusados por abuso de poder e uso da máquina.

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