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10 DE FEVEREIRO: Projeto de Lei do deputado Eyder Brasil institui o dia da Polícia Militar Feminina

Neste dia, também seria tratado debates sobre o combate ao preconceito, assédio e violência dentro da Instituição

ASSESSORIA

11 de Fevereiro de 2020 às 09:34

Foto: ASSESSORIA

No mês de maio do ano passado, o deputado estadual Eyder Brasil (PSL) apresentou o Projeto de Lei 104/19, que cria para o dia 10 de Fevereiro, o "Dia da Policial Militar Feminina". O projeto foi aprovado e transformado em lei durante sessão ordinária. A data escolhida, faz alusão ao 10 de Fevereiro de 1983, data que ingressou as primeiras mulheres na PMRO.

 

O parlamentar parabenizou a luta das destemidas mulheres." Neste dia, quero parabenizar todas as policiais do nosso estado. O dia que ficou marcado e será lembrado por todas", disse.

 

 

HISTÓRICO

 

O Dia da Policial Feminina é celebrado nos estados do Mato Grosso, Maranhão, São Paulo, sendo instituído através de Lei Estadual, destacando a importância e resiliência das mulheres dentro da Instituição. Atualmente, as mulheres conquistaram os altos postos de comando e estão em todas as frentes do trabalho operacional.

 

Em Rondônia, a primeira menção à Policial Militar Feminina é registrado no Boletim Interno Nº 051, no dia 17 de março de 1983, onde Angelina dos Santos Correia e Maria Lucia Cardoso de Lima foram matriculadas no curso de formação de oficiais, ministrado na academia de Polícia Militar do Rio de Janeiro.

 

 

 

 

Lamentavelmente, consta nos históricos, que Maria Lucia contraiu malária e foi a óbito. A aluna oficial Angelina, atingiu o mais alto posto de comando, sendo a Comandante Geral da Polícia Militar.

 

Diante da situação apresentada, ocorreu a idéia da institucionalização de uma data comemorativa para a Policial Militar Feminina, com o intuito de não se perder um fato significativo na História da Polícia Militar de Rondônia e na sua bela trajetória dentro da Corporação.

 

Assim, a data foi indicada para 10 de Fevereiro. Neste dia, também seria tratado debates sobre o combate ao preconceito, assédio e violência dentro da Instituição.

 

 

 

Direito ao esquecimento

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