DESESPERO – Evo e Maduro temem fim da “Latino Esquerda” na América do Sul

Considerados chefes de estado de caráter ditatorial e populista, ambos os presidentes estão cada dia mais com a corda no pescoço frente de suas gestões que estão levando seus países à beira do colapso, e com a situação que tende a piorar sem o apoio da na

DESESPERO – Evo e Maduro temem fim da “Latino Esquerda” na América do Sul

Foto: Divulgação

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O afastamento de Dilma Rousseff (PT) à frente do executivo federal após decisão do Congresso Nacional brasileiro parece ter colocado mais ainda contra a parede os aliados da aliança “Latino Esquerda” que se fortaleceu na primeira década desse século na América do Sul.

Entre os presidentes de nações latino-americanas que estão indignados com o afastamento de Dilma estão Nicolás Maduro e Evo Morales, presidentes da Venezuela e Bolívia respectivamente.

Considerados chefes de estado de caráter ditatorial e populista, ambos os presidentes estão cada dia mais com a corda no pescoço frente de suas gestões que estão levando seus países à beira do colapso, e com a situação que tende a piorar sem o apoio da nação mais poderosa da América do Sul.

Evo Morales é acusado pela sua oposição de estar utilizando o seu cargo para se perpetuar no poder através de atos minimamente ditatoriais e de caráter estatista que está levando o setor industrial e empresarial boliviano à ruína.

Já Maduro é acusado de praticar uma política tirana na Venezuela, perpetuando a gestão de seu mentor maior, Hugo Chaves. O caso da Venezuela é o mais preocupante, em situação de calamidade econômica a população vive à mingua e sem perspectiva de crescimento.

O eleitorado venezuelano já mostrou sua insatisfação na eleição parlamentar levando Nícolas Maduro a uma vergonhosa derrota as urnas.

Através de notas e declarações à imprensa, esses presidentes repudiaram o processo de impeachment deflagrado contra Dilma Rousseff e chegaram a afirmar que desconhecem o presidente interino Michel Temer.

O fato é que Nícolas Maduro e Evo Morales não estão preocupados com a democracia no Brasil e muito menos nas nações que eles governam, apenas estão vendo um círculo da história esquerdista se findar na América do Sul, e desesperados pelo poder teimam em não aceitar. Um final melancólico para chefes de estado que já foram considerados líderes de relevância mundial.

 

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