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CRIME BÁRBARO: Mulher que participou de decapitação de jovem é presa com drogas no Morar Melhor

Izabel estava com mandado de prisão desde a Operação Louva-a-Deus, que é um desdobramento da Operação Egos Pótamos que desarticulou membros da facção criminosa Primeiro Comando do Panda (PCP)

Rondoniaovivo

22 de Setembro de 2020 às 20:38

Atualizada em : 23 de Setembro de 2020 às 11:08

Foto: Richard Nunes /Rondoniaovivo

 
A  Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida (DECCV) prendeu na noite desta terça-feira (22) a foragida da Justiça Izabel dos Santos da Silva, 27, acusada de participação na morte do jovem Rubem Ariel Silva Souza, 18, ocorrida no dia 23 de junho deste ano no condomínio Morar Melhor, zona Sul da capital de Rondônia.
 
Izabel estava com mandado de prisão desde a Operação Louva-a-Deus, que é um desdobramento da Operação Egos Pótamos que desarticulou membros da facção criminosa Primeiro Comando do Panda (PCP) acusados de torturar e matar decapitado o jovem Rubem Ariel. As investigações foram coordenadas pela delegada Leisaloma Carvalho Resem.
 
Izabel foi presa no próprio condomínio Morar Melhor. Segundo os investigadores, ela e mais três mulheres foram flagradas com porções de entorpecentes e irão responder por tráfico.
 
Relembre
 
O assassinato do jovem Rubem causou comoção e revolta perante a sociedade, vez que a morte da vítima foi filmada pelos próprios infratores, os quais tramaram meticulosamente a execução do ofendido, tendo uma das co-autoras do crime atraído a vítima a comparecer no apartamento de um dos integrantes do PCP, no residencial Morar Melhor, sob o pretexto de manterem um encontro amoros/sexual, tendo a vítima sido “interrogada”, torturada e executada, com requintes de crueldade, mediante o uso de pedra, faca, facão e “machadinha”, a ponto de ser decapitada, com intensidade tal poucas vezes visto nesta cidade, com submissão da vítima a sofrimento físico bárbaro e atroz, pois acreditavam que a vítima integrava a facção rival, Comando Vermelho – CV.
 
As investigações apontam ainda que, em tese, tratou-se de atos explícitos de “Tribunal do Crime”, onde a vítima foi interrogada, julgada e executada com requintes de crueldade, ações, inclusive, que foram filmadas pelos próprios infratores e amplamente divulgadas nas redes sociais, o que por sis ó, demonstram a personalidade perigosa dos investigados, bem como que em liberdade poderiam praticar situações idênticas.
Direito ao esquecimento

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