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LAMENTÁVEL: Morre aluno a oficial do Corpo de Bombeiros que passou mal durante treinamento

A vítima passou mal no início da semana quando participava de instrução de Estágio de Selva para o Curso de Formação de Oficiais, ocorrido na selva do Salsalito, em Candeias do Jamari

Rondoniaovivo

15 de Dezembro de 2018 às 10:31

Foto: Divulgação

Morreu na sexta-feira (14) em um hospital particular de Porto Velho, o militar do Corpo de Bombeiros Michel Alexandre Pontes. A vítima passou mal no início da semana quando participava de instrução de Estágio de Selva para o Curso de Formação de Oficiais, ocorrido na selva do Salsalito, em Candeias do Jamari.

 

Nota do Corpo de Bombeiros

 

Diante das circunstâncias e dos últimos acontecimentos relacionados com Aluno-a-oficial Michel Alexandre Pontes, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia vem a público fazer o seguinte esclarecimento:


         A instrução de Estágio de Selva para o Curso de Formação de Oficiais Auxiliares (CHOA) estava em andamento, quando o Al. Of. queixou-se de cansaço e de pronto recebeu o acompanhamento médico no local, sendo supervisionado o tempo todo, estando consciente durante todo o processo. 


             Por decisão da equipe médica e por precaução o aluno foi deslocado para Porto Velho. Durante o trajeto, o militar ainda consciente e orientado, veio a sofrer uma Parada Cardiorrespiratória, já chegando em Porto Velho, próximo da unidade de saúde. 
             Todos os procedimentos de reanimação foram executados até obter o restabelecimento dos sinais vitais do aluno, que foi entregue aos cuidados especializados no Hospital João Paulo II.


           É importante ressaltar que o militar tem 16 anos de serviço, é um bombeiro experiente e passou por estágios de selva nos cursos de soldado, cabo, sargento e agora no curso de habilitação de oficiais. Para matrícula no curso, foi exigido, via edital, exames, dentre eles eletrocardiograma com teste ergométrico, e encaminhados para a Junta Militar de Saúde para verificação de aptidão.
           As instruções ministradas não fugiram do padrão exigido e da coerência, não houve até o momento, registro de excessos por parte da equipe de instrução.

Direito ao esquecimento

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