Os supostos esquemas de corrupção aconteciam dentro do IPAM (Instituto de Previdência de Porto Velho) e contavam com a participação de empresários, lobistas, corretores financeiros e servidores públicos.
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Deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (12), a operação “Imprevidência” desbaratou uma possível ORCRIM (Organização Criminosa) que vinha atuando dentro da prefeitura de Porto Velho, capital do estado de Rondônia.
Entre os ilícitos apontados nas investigações federais estão gestão fraudulenta, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, entre outros. Segundo a Polícia Federal o dinheiro desviado no esquema possivelmente tinha como intuito final o financiamento da campanha do atual prefeito Mauro Nazif (PSB), derrotado ainda no primeiro turno do pleito 2016.
Os supostos esquemas de corrupção aconteciam dentro do IPAM (Instituto de Previdência de Porto Velho) e contavam com a participação de empresários, lobistas, corretores financeiros e servidores públicos.
O golpe consistia basicamente na aplicação de fundos do IPAM em títulos podres, possivelmente o valor de R$ 80 milhões. As investigações ainda levaram à conclusão de que o esquema pretendia alcançar outros municípios e poderia chegar a um rombo de R$ 250 milhões.
Ao todo 73 agentes federais participaram da operação que cumpriram 30 mandados, quatro de prisão temporária, sete de condução coercitiva e 19 de busca e apreensão. Os mandados foram cumpridos nos estados de Rondônia e São Paulo.
O presidente do IPAM, José Carlos Couri, foi afastado de suas funções e cinco investigados foram proibidos de entraram na repartição pública. Os envolvidos serão apresentados à sede da Polícia Federal na capital rondoniense e logo após ficarão à disposição da justiça.
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