FURANDO A FILA: Em Cacoal vacina é aplicada em funcionários de farmácias e funerárias

Um projeto no Senado aponta definirá como delito correspondente ao crime de corrupção ativa quem fura fila

FURANDO A FILA: Em Cacoal vacina é aplicada em funcionários de farmácias e funerárias

Foto: Ilustrativa

A cidade de Cacoal, localizada há aproximadamente 480 quilômetros da capital do Estado, Porto Velho (RO), se tornou destaque negativo após a lista dos primeiros vacinados com imunizante contra a COVID-19 ser exposta. 
 
Nessa lista constam funcionários de empresas privadas como farmácias, laboratórios e funerárias, deixando de lado os critérios estabelecidos pelo Plano Nacional de Imunização, que dá direito à vacinação nessa fase inicial apenas a pessoas classificadas no grupo de risco, como por exemplo, trabalhadores da linha de frente da Saúde, idosos, índios e ribeirinhos. 
 
 
Furar fila é crime
 
Ministério Público está investigando denúncias de irregularidades na distribuição de doses e desvios de vacinas contra a covid-19 em pelo menos oito estados brasileiros. A suspeita é de que pessoas estejam furando a fila de imunização. 
 
 
Em Manaus, por exemplo, a vacinação chegou a ser suspensa após denúncias de que parentes de empresários estariam sendo imunizados mesmo não fazendo parte do grupo prioritário. 
 
Um projeto no Senado aponta definirá como delito correspondente ao crime de corrupção ativa quem fura fila. 
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