Tempestades geomagnéticas podem provocar interferências em sistemas de rádio, navegação e satélites
Foto: CNN Brasil
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Uma tempestade geomagnética provocada por uma ejeção de massa coronal do Sol pode ampliar a ocorrência de auroras boreais em áreas de latitudes mais baixas nos próximos dias.
O fenômeno começou após uma explosão solar de classe M6.9 registrada em 25 de agosto.
Segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), foram emitidos alertas de tempestade geomagnética nas categorias G1, considerada menor, e G2, de intensidade moderada.
A escala vai de G1 a G5, sendo G5 o nível extremo.
As auroras ocorrem quando partículas energéticas provenientes do Sol interagem com o campo magnético e a atmosfera terrestre.
Durante tempestades mais intensas, o fenômeno pode ser observado em regiões mais distantes dos polos.
Em eventos classificados como G2, a NOAA aponta que auroras já foram registradas em locais como Nova York e Idaho, nos Estados Unidos.
Além do espetáculo luminoso, tempestades geomagnéticas podem provocar interferências em sistemas de rádio, navegação e satélites e, em eventos mais fortes, afetar redes elétricas.
A ocorrência de uma aurora em determinado local depende, porém, da intensidade efetiva da tempestade, da posição geomagnética e das condições de observação, como céu escuro e pouca nebulosidade.
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