PROTAGONISMO: Com gestão e inteligência, Léo Moraes muda a lógica ambiental de Porto Velho

O nível do debate ambiental foi elevado para outro patamar

PROTAGONISMO: Com gestão e inteligência, Léo Moraes muda a lógica ambiental de Porto Velho

Foto: Divulgação

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Porto Velho passou anos convivendo com queimadas, fumaça, degradação ambiental e uma estrutura pública incapaz de responder à dimensão dos problemas.
 
Foi diante desse cenário de abandono que Léo Moraes (PODE) assumiu a Prefeitura, em 2025, e começou a mudar a lógica da política ambiental do município.
 
Em menos de dois anos, a gestão deixou de atuar apenas na reação aos problemas e passou a investir em prevenção, monitoramento e integração.
 
Captação de recursos, protagonismo climático, estímulo ao ecoturismo, valorização das unidades de conservação, gestão de riscos, combate às queimadas, drenagem de igarapés, limpeza urbana e educação ambiental passaram a fazer parte de uma estratégia mais ampla.
 
Uma das mudanças mais significativas foi a integração das secretarias por meio de uma estrutura de governança capaz de reunir diferentes áreas da administração em torno das ações ambientais.
 
A gestão também passou a utilizar drones e equipamentos de tecnologia avançada para monitoramento climático e identificação de áreas de risco, ampliando a capacidade de resposta do município.
 
A criação da Brigada Municipal de Incêndio foi outro passo decisivo. Porto Velho, que durante anos enfrentou o avanço das queimadas sem uma estrutura própria de prevenção e combate, passou a contar com uma equipe preparada para atuar diretamente nos incêndios florestais e reduzir seus impactos sobre a população e o meio ambiente.
 
“É por isso que o trabalho não para. Sabemos do tamanho do desafio que é dar uma nova forma à política de meio ambiente em nossa Porto Velho. Brigada Municipal, gabinete de crise e uma série de outras ações já apontam um caminho de transformação para a nossa sociedade”, afirmou Léo Moraes.
 
O desafio ainda é gigantesco.
 
Com um território maior que muitos países e uma localização estratégica no coração da Amazônia, Porto Velho precisa de uma política ambiental proporcional à sua dimensão.
 
A diferença, agora, é que a cidade começa a sair da lógica do improviso e a construir uma estrutura permanente de prevenção, tecnologia e resposta.
 
Em menos de dois anos, Léo Moraes colocou o meio ambiente no centro da gestão e começou a transformar um problema historicamente tratado de forma emergencial em uma política pública estruturada.
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