ECONOMIA: Rondônia supera a marca de 10,87 mil empregos formais gerados em 2023

Estado finaliza agosto com saldo de 1,9 mil empregos com carteira assinada, segundo informações do Novo Caged

ECONOMIA: Rondônia supera a marca de 10,87 mil empregos formais gerados em 2023

Foto: Assessoria

Rondônia registra, em agosto, mais um mês positivo no mercado de trabalho formal. O estado criou 14.539 vagas com carteira assinada no período e registrou 12.600 desligamentos, um saldo de 1.939 postos de trabalho. Com isso, o estoque total de trabalhadores registrados chega a 268 mil.
 
Nos oito primeiros meses do ano, o saldo de empregos formais em Rondônia supera 10,8 mil vagas com carteira assinada. Agosto é o terceiro melhor mês de 2023, atrás apenas de fevereiro, que registrou 2,4 mil novos postos de trabalho, e junho, com 2 mil. Em toda a Região Norte, o saldo foi de 17.852 vagas formais em agosto.
 
Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) e foram divulgados nesta segunda-feira, 2/10, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
 
Em agosto, o estado teve desempenho positivo nos cinco grandes grupamentos avaliados. O principal destaque foi o setor de Serviços, com saldo de 760 vagas geradas no mês, que levam o estoque do setor para 105,6 mil empregos formais em Rondônia. Na sequência aparecem a Indústria (+499), o Comércio (saldo de 362 vagas), a Construção (+291) e a Agropecuária (+27).
 
Os municípios com maior saldo no período foram a capital, Porto Velho (756), seguida de Ji-Paraná (284), Vilhena (230), Rolim de Moura (123) e Jaru (99).
 
NACIONAL — O mês de agosto terminou com 220.844 novas vagas de emprego com carteira assinada em todo o país. No acumulado do ano, o Brasil tem um saldo de 1,38 milhão de vagas.
 
O estoque de empregos formais no país chegou a 43,8 milhões de postos no mês, uma variação de 0,51% em relação ao mês anterior e o maior valor já registrado na série histórica levando em conta tanto o período do Caged (junho de 2002 a 2019) quanto do Novo Caged (a partir de 2020).
 
Segundo o ministro Luiz Marinho, "a expectativa é de crescimento e que até o fim do ano o país possa gerar cerca de 2 milhões de empregos formais". O saldo do mês foi reflexo de 2.099.211 admissões contra 1.878.367 desligamentos. No ano, as admissões alcançaram 15.937.956 postos, sendo desligados 14.549.894 trabalhadores.
 
 
SETORES — O setor de serviços foi o maior gerador de empregos em agosto, chegando a 114.439 postos gerados no mês e 771.130 vagas no ano. O setor do Comércio gerou em agosto 41.843 empregos, a indústria 31.086, a Construção 28.359 e a Agropecuária 5.126. No ano, a Construção Civil ficou em 2ª lugar (222.925 postos gerados), seguido da Indústria (187.573), Agropecuária (105.422) e Comércio (101.032).
 
100% POSITIVO — Entre os estados, todos tiveram variação positiva do emprego no mês, com destaque para São Paulo, que teve o melhor desempenho, gerando 65.462 postos no mês, seguido do Rio de Janeiro (18.992) e Pernambuco (15.566).
 
SALÁRIO — O cadastro também demonstra pequeno crescimento no salário de admissão e desligamento, que chegou a R$ 2.037,90 e R$ 2.121,90 em agosto, respectivamente. O saldo por sexo registra que foram 128.405 vagas geradas para homens e 92.439 para mulheres. A maior geração ocorreu na faixa etária de 18 a 24 anos (124.669) e em relação a raça ou cor, a maior parte das vagas geradas foram para pardos (130.917), brancos (56.099) e negros (20.738).
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