CRIME BÁRBARO: Mãe e filho serão julgados por assassinato de empresário

Os dois foram indiciados por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver

CRIME BÁRBARO: Mãe e filho serão julgados por assassinato de empresário

Foto: Divulgação

 

O Juízo da 1ª. Vara do Tribunal do Júri de Porto Velho vai levar ao julgamento popular dois acusados do bárbaro assassinato do empresário Wilmar Batista de Souza, na época com 56 anos. 
 
O crime aconteceu no dia 9 de julho de 2017 e, segundo a Polícia Civil foi praticado por Cleonice Pereira Naressi e seu filho Henrique Naressi, sendo ela convivente e ele enteado da vítima. 
 
Wilmar foi morto a facadas e o corpo carbonizado e jogado na mata localizada no Ramal Maravilha, após a ponte sobre o rio Madeira, na BR-319, sentido Porto Velho/Humaitá. 
 
Os dois foram indiciados por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. A motivação do crime, segundo a Polícia Civil, seria o recebimento de um seguro de vida no valor de R$ 150 mil que a vítima fez em nome de dois filhos de Cleonice, um deles, seria Henrique. 
 
Um irmão da vítima contou em depoimento que esteve com Wilmar dias antes de ele ser morto e naquela oportunidade, ele lhe confidenciou que Cleonice teria tentado contra sua vida colocando remédios em sua bebida e que tinha medo de ser morto por ela em decorrência do seguro de vida. 
 
Ainda em seu depoimento, o irmão da vítima disse que Wilmar estava em processo de separação porque teve conhecimento de um furto da qual Cleonice participou no apartamento de um vizinho. Confidenciou também que não tinha como se separar porque ela estava com seus documentos e procuração do INSS. 
 
Apesar de negar o cometimento do crime, algumas evidências colocam os acusados na cena do crime. Junto ao corpo foram encontradas tornozeleiras iguais à que os dois filhos da vítima utilizam na academia onde praticavam musculação.
 
Cleonice convivia com Wilmar desde 2009. 
 
Dia após o crime, Cleonice se mudou do apartamento onde moravam e colocou para alugar. A Polícia Civil teve acesso às Câmeras de uma agência bancária onde aparece ela sacando dinheiro da conta da vítima para abastecer o carro antes de fugir. 
 
A data do julgamento ainda não foi marcada.
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