ELEIÇÕES: Pais e mães se unem por alternância na Associação dos Autistas

Às 20 horas desta quarta-feira (13) está prevista para ser realizada uma assembleia geral para a escolha dos membros da Comissão Eleitoral

ELEIÇÕES: Pais e mães se unem por alternância na Associação dos Autistas

Foto: Divulgação

Fundada em outubro de 2000, a Associação dos Pais e Amigos do Autista de Rondônia (AMA-RO) terá pela primeira vez em sua história uma eleição com disputa de chapas. Antes a eleição da gestão ocorria por aclamação – alternativa quando ocorre a homologação (inscrição) de uma única chapa, em observância ao estatuto da instituição. A mudança também se deve ao aumento do quantitativo de filiados.
 
Às 20 horas desta quarta-feira (13) está prevista para ser realizada uma assembleia geral para a escolha dos membros da Comissão Eleitoral, que conduzirão os trabalhos das eleições que irão acontecer em novembro, e com disputa, já que um grupo de mães e pais associados se reuniu para compor uma chapa para concorrer com a chapa da atual presidente, Nilza Maria, que tentará a terceira eleição. 
 
Nilza está na presidência da AMA há 5 anos, sendo 2 mandatos de 2 anos e mais um ano de prorrogação em 2020, quando deveria acontecer as eleições, mas foram adiadas devido a pandemia.
 
Ela defende a continuidade para seguir desenvolvendo suas ações na AMA. Um dos destaques na gestão dela foi a ampliação do número de madrinhas -  parceiras que têm apoiado a Associação, principalmente nesse momento de pandemia. 
 
Já o grupo que comporá a chapa concorrente, defende a alternância como um princípio democrático e necessário para estender a oportunidade para outros pais e mães associados, num novo ciclo.
 
A chapa será formada por 20 pessoas (pai ou mãe), sendo 5 na diretoria executiva e 15 nos Conselhos Administrativo, Fiscal e Consultivo.
 
Direitos iguais
 
 
 
 
Eliane Guatel, mãe de uma autista de 10 anos, será uma das integrantes da chapa da renovação.
 
Ela destaca que, mesmo com disputa, as eleições na AMA deve ser harmoniosa, pois os pais e mães estão do mesmo lado, lutando pelo bem dos filhos. “Independente de quem seja o presidente da AMA na próxima gestão, com certeza os projetos em andamentos terão continuidade.
 
Mas, entendo que a alternância é necessária por defendermos direitos iguais. Dar oportunidade a outros também é a inclusão que pregamos. E outros pais e outras mães também podem vir a somar com novas visões, e trazendo novos avanços”, completou.
Direito ao esquecimento

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