PERIGO: Maioria dos casos de tuberculose em Rondônia se concentra em Porto Velho

Médica pneumologista afirma que doença é mais comum entre moradores de rua e portadores de HIV

PERIGO: Maioria dos casos de tuberculose em Rondônia se concentra em Porto Velho

Foto: ilustrativa

 

A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível causada pelo Mycobacterium tuberculosis, popularmente conhecido como bacilo de Koch (BK). A bactéria entra no organismo por meio das vias aéreas superiores e se aloja no pulmão ou em outras partes do corpo, caracterizando a tuberculose extrapulmonar.

 
Geralmente as pessoas infectadas não apresentam sintomas e quando ocorre, os indícios incluem tosse, perda de peso, sudorese noturna e febre. 
 
Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil 2018
 
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é um dos 30 países com taxas elevadas de casos de tuberculose. A doença é considerada bastante prevalente e é uma das principais causas de morte. 
 
 
Casos 
 
 
Anualmente, cerca de um milhão de pessoas no mundo morrem devido à doença e 10 milhões de casos são registrados. 
 
 
Só no Brasil, o coeficiente de 2020 foi de 31,6 casos por 100 mil habitantes. Sendo que a taxa que a OMS estipula e tem como alvo até 2035, são de 10 casos para cada 100 mil habitantes. 
 
 
No estado de Rondônia, a incidência foi de 24,5 casos para cada 100 mil habitantes. Em Porto Velho, a média foi de 46,9 casos. No Brasil, percebe-se que a maioria dos casos se encontra nas capitais, devido a maior aglomeração de pessoas. 
 
 
A médica pneumologista Ana Carolina Terra Cruz, comentou um pouco sobre a redução de casos da doença. 
 
"No início da pandemia, logo em abril, houve uma redução no registro de casos bastante significativa. A causa deve ter sido por conta do isolamento social e a não procura por serviços de saúde, e também pela redução de testagem de exames no mesmo período
", disse.
 
De acordo com a médica, os moradores de rua e as pessoas portadoras de HIV, são as que mais estão propensas de contrair a doença e morrer. "Eles têm maior chance devido à dificuldade de acesso aos serviços de saúde e às condições específicas de vida", explicou. 
 
Prevenção e tratamento
 
Para se prevenir da doença, é necessário fazer acompanhamento médico ao sentir sintomas respirátorios, para identificar os casos. Além de evitar aglomerações, especialmente em ambientes fechados, mal ventilados e sem iluminação solar.
 
O tratamento é feito através de antibióticos, gratuito e disponível em toda a rede SUS.
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