UMA VEZ: 7,6% das estudantes de RO de 13 a 17 anos tiveram uma gravidez

Essa informação faz parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), feita pelo IBGE e Ministérios da Saúde e Educação

UMA VEZ: 7,6% das estudantes de RO de 13 a 17 anos tiveram uma gravidez

Foto: Divulgação

Quanto à vida sexual, 36,6% dos escolares rondonienses com idades entre 13 e 17 anos responderam que já haviam tido relação sexual, sendo a menor taxa na Região Norte. Dos que já tiveram relação sexual, 40% informaram que foi com 13 anos ou menos anos.
 
Esses dados fazem parte do levantamento da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), feita, em 2019, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde e com apoio do Ministério da Educação.
 
Ela abrangeu estudantes brasileiros de 13 a 17 anos, do 7º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio das redes pública e privada de ensino. A pesquisa tem intervalo de confiança de 95%.
 
A coleta de dados ocorreu entre abril e setembro de 2019 com questionários destinados aos estudantes e às instituições de ensino. Em todo o Brasil, mais de 159 mil questionários foram considerados válidos. Em Rondônia, foram quase seis mil questionários, com alunos de 116 escolas.
 
Camisinha
 
Outro dado revelado pela pesquisa, foi que dentre as garotas rondonienses nesta faixa etária (de 13 a 17 anos) que já tiveram relação sexual, 7,6% engravidaram alguma vez na vida. A taxa é a segunda menor da Região Norte, junto com o Amazonas. O menor índice de gravidez entre as estudantes nortistas foi registrado no Pará (5,2%) e o maior ocorreu no Acre (12,8%).
 
Questionados sobre uso de preservativo, 61,2% dos que já tiveram relação sexual responderam que usaram a camisinha na primeira relação sexual. Dentro do intervalo de confiança da pesquisa, o índice é igual ao dos que responderam que usaram o preservativo na última relação sexual (60,5%).
 
Excluindo a camisinha, o método contraceptivo mais utilizado pelos escolares que já tiveram relações sexual foi a pílula anticoncepcional (48,4%), seguido do uso de pílula do dia seguinte (19,3%); outros métodos (11,2%), como DIU e tabelinha; anticoncepcional injetável (10,5%) e 9,9% não souberam responder.
 
A PeNSE apontou ainda que São Paulo e Rondônia tiveram a terceira maior taxa de garotas, dentre as que já tiveram relação sexual, que já usaram pílula do dia seguinte (51,4%), ficando atrás de Tocantins (53,9%) e Distrito Federal (51,8%).
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