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COVID-19: Estoque de EPIs está regular nos hospitais do Estado, afirma Sesau

Mesmo com o aumento da utilização desses EPI’s devido a COVID 19, as unidades hospitalares da Rede Estadual não registram falta dos equipamentos necessários até o momento, explica Fernando Máximo

DA REDAÇÃO

11 de Maio de 2020 às 14:49

Foto: Divulgação

A Secretaria Estadual de Saúde (SESAU) informou que tem hoje estoques de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) que garantem a entrega regular para profissionais de saúde em todas as unidades hospitalares.
 
Mesmo com o aumento da utilização desses EPI’s devido a COVID 19, as unidades hospitalares da Rede Estadual não registram falta dos equipamentos necessários até o momento, explica o titular da Sesau, Fernando Máximo, que reitera que a gestão tem feito à distribuição de forma racional devido à dificuldade de comprar tais materiais.
 
Hoje mesmo dia 11 de maio recebemos mais equipamentos, são máscaras, luvas, aventais descartáveis e insumos e já é a sétima remessa em menos de dois meses. Fizemos compras antecipadas ainda em fevereiro, no dia 25 de março recebemos a primeira remessa e de lá para cá toda semana chegam equipamentos”. 
 
A utilização dos EPI’s nas unidades de atendimento acontece de acordo com o protocolo do Ministério da Saúde, conforme nota técnica da ANVISA Nº 04 de 2020, atualizada em 31 de março de 2020, que orienta o uso desses equipamentos para serviços de saúde. 
 
Protetores faciais e óculos de proteção
 
Os óculos de proteção são de uso exclusivo de cada profissional sendo assim reutilizáveis, após a desinfecção com álcool líquido a 70% (quando o material for compatível) ou hipoclorito de sódio ou outro desinfetante, conforme normativa da ANVISA.
 
Já os protetores faciais, após a utilização, são devolvidos à Central de distribuição de EPIs da respectiva unidade e passam por um processo rigoroso de limpeza e desinfecção.
 
100 mil Máscaras N95/PFF2 já foram entregues. 
 
Máscaras N95/PFF2
 
Excepcionalidades devido à alta demanda por máscaras N95/PFF2 ou equivalente ao aumento da demanda causada pela emergência de saúde pública da COVID19, as máscaras de proteção respiratória (N95/PFF2 ou equivalente) poderão, excepcionalmente, ser usadas por período maior ou por um número de vezes maior que o previsto pelo fabricante, desde que sejam utilizadas pelo mesmo profissional e que sejam seguidas, minimamente, as recomendações abaixo:
 
▪ Com objetivo de minimizar a contaminação da máscara N95/PFF2 ou equivalente, se houver disponibilidade, o profissional de saúde deve utilizar um protetor facial (face shield), pois este equipamento protegerá a máscara de contato com as gotículas expelidas pelo paciente.
 
▪ O serviço de saúde deve definir um Protocolo para orientar os profissionais de saúde, minimamente, sobre o uso, retirada, acondicionamento, avaliação da integridade, tempo de uso e critérios para descarte das máscaras N95/PFF2 ou equivalente. Este Protocolo deve ser definido pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), em conjunto com as equipes das unidades assistenciais. 
 
Além das compras feitas pela Sesau o Ministério da Saúde (MS) também tem enviado equipamento de proteção individual, que seria para o estado, porém por determinação do governador Coronel Marcos Rocha, esses EPI’s, foram enviados para os 52 municípios para proteger profissionais de saúde no combate ao novo coronavírus. 
 
Distribuição dentro das Unidades hospitalares do Estado 
 
Cada Hospital possui um setor específico para a realização da entrega dos EPI’s aos servidores. No Cemetron foi criada uma central, explica a diretora.
 
Para podermos organizar essa distribuição de forma eficaz, criamos uma central, onde cada servidor quando chega para o plantão, pega todo equipamento necessário para seu uso, isso é feito diariamente. Lembramos que a máscara N95 é considerada semidescarnáveis por permitir o seu uso por mais de uma ocasião, os protetores e os óculos ficam nos setores para desinfecção, que é realizada no local”, disse a diretora geral Stella Zimmerli. 
 
No Pronto Socorro João Paulo II todos os equipamentos de proteção individual ficam armazenados na Central de Almoxarifado do JPII, cada setor solicita através de pedidos do servidor de plantão, os EPI’s que serão usados. 
 
No Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro (HBAP) também existe uma central de entrega de EPI’s, onde o coordenador levanta as necessidades de cada serviço, e preenche uma solicitação, e os equipamentos são entregues para os coordenadores de cada setor que fazem a distribuição aos servidores. 
 
No Pronto Socorro Infantil Cosme e Damião (HICD), a distribuição é feita pelo setor administrativo, que distribui um kit semanalmente para todos os funcionários, já os servidores da assistência à distribuição é feita de acordo com a necessidade de cada procedimento realizado.
Direito ao esquecimento

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