AMÉRICA DO SUL: 6 destinos para o verão e o inverno com qualquer orçamento

AMÉRICA DO SUL: 6 destinos para o verão e o inverno com qualquer orçamento

Foto: Assessoria

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Explorar a América do Sul vai muito além de percorrer longas distâncias. Só aqui é possível encontrar, além de uma história vibrante, cidades grandes e belas repletas de arquitetura colonial, idioma e dialetos relativamente fáceis de compreender, algumas das paisagens mais deslumbrantes da Terra e uma das mais marcantes hospitalidades dedicadas ao turista. Entre a imponência da Cordilheira e a exuberância das bacias tropicais, o continente oferece um mosaico de ambientes que desafia a rotina e convida a um olhar mais aguçado do território que ocupamos.

Para quem está planejando as próximas férias e busca os melhores destinos América do Sul, o segredo não está apenas no mapa, mas na capacidade de cruzar o clima certo com o orçamento disponível. As coisas são como são, e portanto cada lugar tem sua própria identidade. Entender se o momento pede o calor do Caribe ou o silêncio da Cordilheira é o que separa um mero deslocamento de uma viagem de descobertas. 
 
A lista a seguir reúne seis locais, organizados por estação e perfil de investimento: duas opções econômicas e duas de luxo, tanto para o verão como para o inverno. Para encerrar, são apresentados dois refúgios de beleza singular: um focado no contato com a vida selvagem e outro voltado à herança cultural, que proporcionam experiências autênticas, encontradas apenas neste canto do planeta.
 

Sucre: a elegância da Bolívia no verão
 

 
Para quem busca história sem precisar gastar muito, Sucre é a resposta certa entre os meses de dezembro a março. Localizada a 2.810 metros de altitude, a capital da Bolívia mantém um ar de tranquilidade que é típico de lugares onde o tempo parece não ter pressa de passar. As construções são pintadas de branco e o resultado é uma arquitetura colonial que brilha sob o sol de verão.
 
O clima nessa época é muito agradável, com temperaturas que raramente passam dos 22°C. Isso torna as caminhadas pelos museus de paleontologia, onde podem ser encontradas pegadas reais de dinossauros, uma atividade física e mental ao mesmo tempo. 
 
Além disso, comer em Sucre é uma experiência de baixo custo que satisfaz o apetite. Santa Clara (frango com ovos e passas) e sopa de maní (à base de amendoim com carne, cenoura e temperos) são duas atrações típicas. Restaurantes renomados incluem Nativa (cozinha contemporânea), El Solar (internacional) e opções veganas como AY NI. Salteñas, típica empanada boliviana, e carne de lhama também são consideradas imperdíveis.
 
 
Salta: sol e história no inverno argentino
 

 
Enquanto o sul da Argentina gela, o noroeste brilha. Salta é um destino de baixo custo perfeito para o inverno, entre junho e agosto. O céu fica de um azul tão profundo que parece que foi pintado à mão, e a chuva simplesmente decide não aparecer. É nesse cenário seco e ensolarado, com montanhas multicoloridas, que o "Tren a las Nubes", famosa linha ferroviária que percorre a Cordilheira dos Andes, faz seu caminho por pontes e viadutos que desafiam a gravidade. É um dos trens mais altos do mundo, atingindo mais de 4.200 metros de altitude.
 
A gastronomia local, famosa pelas empanadas salteñas e pelo vinho Torrontés, cabe em qualquer orçamento. Também conhecida como "La Linda", Salta abriga tradicionais peñas folclóricas, que são celebrações populares que combinam música ao vivo (zamba, chacarera), danças típicas, comida local e vinho. 
 

San Andrés: o luxo das sete cores no verão colombiano
 

 

 
Para quem pode investir um pouco mais entre dezembro e março, San Andrés é um ponto luminoso no Caribe colombiano. Situado a cerca de 750 quilômetros do continente, o arquipélago, que integra a Reserva Mundial da Biosfera “Seaflower” desde o ano 2000, abrange 10% do Mar do Caribe e é mundialmente famoso por seu mar de sete cores, um fenômeno óptico onde tons de azul, verde e lilás se alternam na superfície conforme a profundidade.
 

A identidade local é fascinante, moldada por uma fusão de influências inglesas, espanholas e africanas que resultaram no povo Raizal. É comum ouvir pelas ruas o crioulo sanandresano, um dialeto que mistura o inglês elisabetano com ritmos como reggae e soca.
 

Em termos práticos, o clima é constante, com temperaturas que oscilam entre 26°C e 29°C durante os doze meses do ano, independentemente da estação. As experiências em lugares como Johnny Cay e o Aquário Natural permitem o contato com dezenas de arraias em seu habitat, enquanto a infraestrutura de Spratt Bright oferece mais de dois quilômetros de calçadão para atividades comerciais e de lazer.
 

Paracas: sofisticação no deserto peruano durante o inverno
 

 

 
A sofisticação de Paracas atinge seu auge entre junho e agosto. Enquanto o inverno em outras latitudes é rigoroso, aqui ele se manifesta como um clima seco e suave, ideal para navegar até as Ilhas Ballestas sem o calor extenuante do verão peruano. E o sol brilha durante o dia porque o céu está limpo. 

Os resorts de luxo da baía são o ponto de partida para expedições privadas às Ilhas Ballestas, famosas por sua imensa biodiversidade, abrigando leões-marinhos, pinguins-de-humboldt e diversas aves marinhas. 
 
Outro ponto alto da experiência de alto custo é o jantar nas dunas. Mesas são preparadas, literalmente, no meio do nada sob um céu estrelado que cobre toda a extensão da areia. Esse isolamento planejado é o que define o turismo de elite na região.
 

Pantanal: o maior espetáculo da natureza silvestre
 

 

 
Independentemente do orçamento, o Pantanal é uma experiência que não se repete em nenhum outro lugar do planeta. Diferente das florestas fechadas, a planície inundável permite que a fauna seja vista de forma direta. O bioma é reconhecido como a maior área úmida continental do planeta, ocupando uma extensão de aproximadamente 158 mil quilômetros quadrados apenas em território brasileiro, nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. 
 
A dinâmica da vida na região é regida pelo chamado "pulso das águas", um ciclo hidrológico onde cerca de 80% do território chega a ser inundado durante o período de cheias, entre dezembro e janeiro. Mas embora esse ciclo das águas seja um espetáculo, a melhor época para explorar o Pantanal é na seca, entre junho e setembro. É nesse período que a água recua para os leitos dos rios e os animais, como a onça-pintada, se concentram nas margens, tornando o avistamento quase garantido. 

Seja em uma pousada simples ou em um eco-lodge de luxo, o Pantanal entrega o melhor safári das Américas.
 

Otavalo: a força da tradição no topo do Equador
 

 
Situada a mais de 2.500 metros de altitude na província de Imbabura, o maior mercado indígena do continente é melhor aproveitado entre os meses de junho e setembro. O período de seca garante a visibilidade necessária para contemplar os vulcões e lagos que emolduram a região, como o majestoso Taita Imbabura e a cratera de Cuicocha. 

É nesse cenário que a cultura Kichwa se manifesta com vigor, seja no cotidiano dos tecelões artesanais ou na famosa Plaza de los Ponchos. Embora o movimento cultural seja constante, o ápice da experiência ocorre aos sábados, quando a cidade sedia a feira principal repleta de trocas e tradições ancestrais.
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