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HISTÓRIA: Avenida de lama e poeira que Orestes Muniz mandou asfaltar vira centro comercial

Retalhos da história – site de Ji-Paraná relembra trabalho de Orestes Muniz como governador em favor da cidade

EXPRESSÃO RONDÔNIA

08 de Abril de 2020 às 17:22

Foto: Divulgação

O jornal expressaorondonia pega carona em uma notícia publicada pelo colega Roberto Gutierrez em seu site folhaderondonianews, de Ji-Paraná, para lembrar – no momento em que a classe política está em baixa como jamais esteve – que bons políticos são lembrados pelos seus feitos. Até com certa saudade, dado a qualidade dos representantes do povo nos dias atuais. 

 

 

Neste caso, Gutierrez recorda um feito do advogado e empresário Orestes Muniz – hoje, confortavelmente fora da política – quando foi vice-governador de Jerônimo Santana – 1987 a 1990 – e, no exercício do cargo de chefe do executivo estadual mandou asfaltar uma das principais avenidas de Ji-Paraná, a Marechal Rondon, hoje um portentoso centro comercial.

 

 

Morando em Ji-Paraná, onde se instalou ao chegar a Rondônia no final da década de 1970, Orestes Muniz já havia sido eleito deputado federal, depois de atuar como advogado para sindicatos rurais da região. 

 

 

Mas, vamos a postagem do Gutierrez:

 

Notícia que virou história – Roberto Gutierrez

 

Se eu perguntasse pra você: o que a Dydyo tem a ver com a Avenida Marechal Rondon, uma das mais importantes vias de Ji-Paraná, em Rondônia, você poderia dizer nada (?!). Mas, se eu dissesse: – Você sabia que o advogado e empresário Orestes Muniz, atualmente dono da Dydyo e outros empreendimentos, já morou em Ji-Paraná quando ainda era Vila de Rondônia, nos anos 70 e, nessa trajetória já foi deputado federal e vice-governador de Rondônia? 

 

Pois é, foi quando governador em exercício, que Orestes, irmão do pastor Sadraque Muniz, foi o protagonista da pavimentação asfáltica da Avenida Marechal Rondon quando José de Abreu Bianco iniciava seu primeiro mandato de prefeito de Ji-Paraná. Acredite, foi uma grande conquista para a época. Tente imaginar essa avenida hoje com poeria demais ou muito barro e atoleiros?

 

Retalhos da história que, na época, eu a escrevi como notícia.

Direito ao esquecimento

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