Profissionais de salões de beleza debatem sobre regras de licença ambiental

Proprietários de salão de beleza e barbearias estão insatisfeitos com determinações

Profissionais de salões de beleza debatem sobre regras de licença ambiental

Foto: Divulgação

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Mais de 100 profissionais da área de salão de beleza e barbearias de Ji-Paraná estiveram reunidos na última quarta-feira (06),nas dependências da Câmara Municipal para debater as últimas exigências impostas pela Secretaria de Meio Ambiente (Semeia).

A categoria estaria sendo obrigada a obter a Licença Ambiental e a contratação de uma empresa para a realização da coleta e o descarte do material (lâminas), usadas pelos profissionais que já são feitas a cada dois anos. A categoria rebateu afirmando que já cumpre uma Resolução da Vigilância Sanitária de 2004.

O presidente da Associação dos Profissionais de Beleza de Ji-Paraná (Asprobele), Leandro Ruticoski, se disse bastante preocupado e não concordando com as medidas impostas pela Semeia. Segundo ele, essas ações seriam resultados de denúncias, feitas junto ao Ministério Público Estadual (MPE) e repassadas à Secretaria. Sem embasamento legal, a secretaria já teria iniciado a cobrança das barbearias e salões de beleza o licenciamento ambiental, além da contratação de uma empresa para coletar o material descartado.

Para Leandro, essa contratação teria um custo altíssimo, sem qualquer possibilidade de os trabalhadores arcarem com os valores. “Se isso vier acontecer, certamente os mais de 150 salões de Ji-Paraná, terão que fechar suas portas”, alertou. “Trata-se de duas exigências totalmente fora dos padrões e da realidade, pois não existe a necessidade da contratação de uma empresa para este fim, já que o descarte é feito apenas a cada dois anos”, completou.

Ele também garantiu que a categoria está unida, buscando apoio para conseguir derrubar essas exigências que ele considera totalmente fora do normal, porque não afirmar absurda. O custo da Licença Ambiental é de R$ 300/ano por estabelecimento, enquanto que a contratação da empresa é de R$ 3 mil ano, também por comércio. “Como eu posso aceitar pagar R$ 280 mês para ver a empresa somente a cada dois anos?”, indagou.

Audiência

A vereadora Silvia Cristina (PDT) disse ter ficado sensibilizada com a situação da categoria, especialmente, no aspecto social. Ela considerou a reunião produtiva e esclarecedora, e lembrou que quando as classes se organizam, conseguem benefícios de forma mais rápida e ágil, bem como serem ouvidas.

Ela também lembrou que as exigências partiram do Ministério Público que solicitou ação da Semeia. “Lembro que muitos desses profissionais não reúnem condições de arcar com essas despesas, é uma questão social”, argumentou. E concluiu. “Por isso, a Mesa Diretora em nome de todos os vereadores buscará a realização de uma Audiência Pública para debater este tema e ao mesmo tempo encontrar a melhor solução”, concluiu.

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