Alunos grudados no celular na missão de caçar pokémons, agora servem como base de aula para professores
Foto: Divulgação
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O jogo-febre do momento, Pokémon Go, invadiu o Brasil, e as salas de aula não estão de fora dessa moda. Alunos grudados no celular na missão de caçar pokémons, agora servem como base de aula para professores.
Esse é o exemplo da professora de biologia Viviane Bozolan Porto. Ela usa a cara dos pokémons para identificar os
protozoários. Já o professor de trigonometria Eddy Antonini, fez uma analogia com a incubadora de ovos de jogo.
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Outro exemplo é o da professora de espanhol, Oliveira Vieira. Na aula de verbos irregulares, que acertar nas perguntas terá direito a caçar os pokémons durante a aula, na escola.
“Eu precisei traçar uma estratégia. Na quinta-feira passada cheguei para dar aula e tomei um susto, não imaginava a febre. Dentro da escola tinha um pokéstop. Foi impossível dar aula, foi um estresse”, diz Viviane Bozolan Porto, professora de biologia da escola Mary Ward, da rede particular, em São Paulo.
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