ABANDONO – Atingidos da cheia afirmam que foram esquecidos no Parque dos Tanques - VÍDEO

Segundo os desabrigados a única coisa que é oferecida à comunidade são três refeições diárias e nada mais. O cenário chega a lembrar um campo de refugiados.

ABANDONO – Atingidos da cheia afirmam que foram esquecidos no Parque dos Tanques - VÍDEO

Foto: Divulgação

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Os problemas trazidos com a maior cheia da historia do rio Madeira estão longe de terminar para as centenas de portovelhenses das comunidades pobres e ribeirinhas da capital, localidades essas que foram tomadas pela água e destruídas durante o recuo do rio.

Com suas residências destruídas, essas pessoas foram alojadas no Parque dos Tanques, por lá receberam todos os tipos de promessas possíveis de todas as partes, porém passado mais de um mês após o período crítico de cheia, o que resta para essas pessoas é amargar o calor e desesperança de terem perdido seus patrimônios e não terem projeções de um futuro melhor.

Imagens coletadas por uma comitiva da ASSFAPOM (Associação dos Praças e Familiares da Polícia e Bombeiro Militar do Estado de Rondônia) liderada pelo presidente da entidade Jesuíno Boabaid, que foi ao local para verificar as condições de trabalhos dos policiais que moram na área, mostram a situação de abandono dos moradores acampamento.

“Estamos visitando o posto dos policiais que trabalham no acampamento e nos deparamos com essas pessoas, muitas delas de idade avançada, clamando por ajuda e pedindo para que nos fizéssemos qualquer coisa para resolver esse drama vivido por eles”, disse o presidente da ASSFAPOM, Jesuíno Boabaid.

Sem atendimento médico, mulheres gestantes, idosos, recém-nascidos, entre outras dezenas de pessoas que necessitam de cuidados especiais sofrem debaixo de um calor de mais 40° em dias de sol forte na amazônica Porto Velho.

Segundo os desabrigados a única coisa que é oferecida à comunidade são três refeições diárias e nada mais. O cenário chega a lembrar um campo de refugiados.

Segundo uma das moradoras, mãe de uma criança nascida há apenas seis dias dentro do acampamento, várias outras crianças nasceram desde o período em que o acampamento foi montado e não houver nenhum trabalho por parte da assistência social do Governo de Rondônia ou da Prefeitura de Porto Velho, conforme prometido para os desabrigados.

O Governo do Estado ofereceu uma ajuda de R$ 500 reais para que os desabrigados saiam do acampamento e aluguem uma casa na cidade, porém o poder público para não conhecer os atuais valores imobiliários em Porto Velho e que muitas dessas pessoas tiveram seus meios de rendo arrastados pela força do Madeira.

Enquanto isso os “filhos da cheia” continuam dentro do acampamento e o sofrimento parece perdurar ainda por muito para os maiores atingidos da histórica cheia do rio Madeira.

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