ARTIGO - Corinthians, legítimo campeão em 2000 – Por Adelmo Souza

Corinthians, legítimo campeão em 2000 – Por Adelmo Souza

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Foto: Divulgação

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No próximo domingo, dia 16, é bem possível que tenhamos o primeiro bicampeão mundial de clubes organizado pela FIFA, cujo modelo democratizador abrange todas as confederações, diferentemente da Copa Intercontinental, que restringia a competição e o mundo em europeus e sul-americanos.
Criado em 2000, o Mundial de Clubes teve o Corinthians como seu primeiro campeão. Naquela ocasião, o time paulista enfrentou o Al Nassr, o Raja Casablanca e o Real Madrid. Na final, o título veio após a vitória sobre o Vasco da Gama nos pênaltis. Também em 2000, houve a disputa da referida Copa Intercontinental, a qual teve o argentino Boca Juniors como campeão. A FIFA reconheceu os dois títulos, mas muitos torcedores brasileiros (anti-corintianos) preferem aceitar o título disputado por apenas duas equipes a reconhecer o torneio que teve a participação de todos os continentes.
Por que há tanta rejeição em reconhecer o título alvinegro? Há um consenso em afirmar que o Corinthians não havia sido campeão da Copa Libertadores, portanto, não tinha adquirido o direito de disputar a competição. Ora, no modelo apresentado no primeiro Mundial, e que vigorou em todos os outros, o país-sede tem uma vaga garantida, que deve ser herdada pelo campeão nacional.
Acontece que este torneio deveria ser realizado em 1999, ou seja, com a presença do campeão brasileiro e da Libertadores de 1998. Neste caso, Corinthians e Vasco da Gama. Impossibilitada em realizar a competição naquele ano, a FIFA optou por fazê-la no ano seguinte, 2000, mantendo-se as equipes que se credenciaram em 1998.
 É irônico que o time convidado pela FIFA em 2000 tenha sido o Real Madri, o qual nunca teve a sua participação questionada. No Mundial de Clubes do ano passado, muitos louvaram a atuação de Neymar na partida que precedeu ao jogo do Barcelona, contra o campeão japonês Kashiwa Reysol. Muitos que criticam a participação corintiana em 2000 se esquecem ou desconhecem que o Kashiwa representava o país-sede. 
 É inegável o crescimento futebolístico em outras regiões (leia-se África e Ásia) e a crescente necessidade em unir os povos, função primordial do esporte, ressaltando que há mais países filiados na FIFA do que na ONU, por exemplo. Claro que as exigências para se filiar à ONU não se comparam aos requisitos exigidos pela entidade máxima do futebol.
Não posso deixar de citar que numa Copa do Mundo, principal competição do futebol, o país-sede tem a sua vaga garantida, sendo dispensada das Eliminatórias. Desta forma, devem ser questionados os títulos mundiais dos anfitriões Uruguai em 1930, da Itália em 1934, da Alemanha em 1974 e da França em 1998.        
Texto de ZINA, do programa Loucos por Esporte da Rádio Rondônia, 93,3 FM.
 
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