Construtora Camargo Corrêa comemora grande marco de 80 milhões de metros cúbicos em movimentação de terra e rocha

Com direito a queima de fogos, os profissionais festejaram o importante marco para a construção civil em todo o país

Construtora Camargo Corrêa comemora grande marco de 80 milhões de metros cúbicos em movimentação de terra e rocha

Foto: Divulgação

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Profissionais da Construtora Camargo Corrêa comemoraram a marca de 80 milhões de metros cúbicos em movimentação de terra e rocha, na Usina Hidrelétrica Jirau. Desde a semana passada, a empresa está entregando frentes de trabalho, o que comprova o bom rendimento da obra. Os eventos estão acontecendo no canteiro de obras com as conclusões das Barragens de terra e enrocamento da Margem Direita, Ilha do Padre, Margem Esquerda e Barragem de enrocamento do Núcleo Asfáltico (BENA). 
Para alcançar esta grande marca, a Camargo Corrêa contou com o trabalho de 14 mil profissionais. Todos empenhados na construção da Usina Jirau, considerada uma das obras mais importantes do (PAC) Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal. “Essa não é uma obra que pode ser comparada a qualquer outra. Para chegarmos a este grande feito, houve um empenho mútuo por parte de todos os profissionais”, ressalta Gilvan Pires Silva, supervisor de produção.
Para João Lázaro Maldi, gerente de produção e equipamentos da Camargo Corrêa, só foi possível alcançar a marca histórica de 80 milhões de metros cúbicos em movimentação de terra e rocha com os investimentos realizados pela construtora em tecnologia de ponta para a construção civil. “É uma superação esta marca de 80 milhões de rocha movimentada em quatro anos de obra. Com relação à barragem de núcleo asfáltico, essa tecnologia é a segunda aplicada pela Camargo no Brasil. Em Chapecó, nós fizemos o mesmo tipo de barragem e isso permite maior velocidade e trabalhar debaixo de chuva, como agora. É uma tecnologia que vem da Noruega e foi implantada aqui com sucesso”, explica João Lázaro.
Um breve comparativo
Fazendo uma comparação, os 80 milhões de metros cúbicos de terra e rocha removidos equivalem a quatro milhões de caminhões, com capacidade de 20 metros cúbicos. Se colocássemos um caminhão atrás do outro enfileirado, daria para dar uma volta na Terra e ainda sobrariam 180 caminhões. Se enchêssemos um tubo de 50 cm de diâmetro, seria possível ir da Terra até a lua e ainda completar duas voltas em torno dela. Uma marca para fechar o ano com chave de ouro. “É um desafio muito grande. Quem começou a obra sabe dos problemas que existiram, mas com planejamento, comprometimento das pessoas e responsabilidade, nós conseguimos atingir os objetivos”, diz Ronaldo José Assis, gerente de produção da Camargo Corrêa.
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