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Integrantes do Ministério Público e do Tribunal de Contas de Rondônia fazem inspeção ao João Paulo II

Integrantes do Ministério Público e do Tribunal de Contas de Rondônia fazem inspeção no João Paulo II

Da Redação

13 de Junho de 2011 às 09:25

Foto: Divulgação

Integrantes do Ministério Público de Rondônia e do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia fizeram no início da tarde desta sexta-feira, dia 10 de junho, uma visita ao Hospital João Paulo II, para verificar in locoa situação do único pronto-socorro para atendimento de casos de emergência no Estado. O objetivo da visita foi buscar junto aos gestores da unidade soluções para resolver os problemas mais graves e melhorar o atendimento à população.

 

Participaram da visita o Procurador-Geral de Justiça, Héverton Alves de Aguiar; o Subprocurador-Geral de Justiça, Gilberto Barbosa Batista dos Santos; a diretora do Centro de Atividades Judiciais (CAEJ), Promotora de Justiça Emília Oiye; os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, Edílson de Souza, Paulo Curi Neto e Wilber Coimbra, e a Procuradora-Geral do Ministério Público de Contas, Érika Patrícia Saldanha.

 

Antes de fazerem a inspeção nas unidades do hospital, eles se reuniram com o secretário de Estado da Saúde, Orlando Ramires, e com o diretor-geral do João Paulo II, Sérgio Paulo de Mello Mendes Filho. Os integrantes do MP e do TCE ouviram do secretário de Saúde um rápido relato da situação do hospital, que continua enfrentando o problema da superlotação.

 

Na reunião, foi solicitado ao diretor-geral do João Paulo II que sejam apresentadas as demandas mais urgentes que impedem o hospital de oferecer um bom atendimento à população. De acordo com Sérgio Mendes Filho, o pronto-socorro atende uma média de 3.500 a 4 mil pessoas por mês. Desses pacientes, 78% são de Porto Velho e o restante do interior do

Estado. A maior parte dos casos atendidos no hospital é de pacientes com traumas causados por acidentes de trânsito. Por semana, são realizadas em média 50 cirurgias ortopédicas.

 

Uma nova reunião ficou agendada para o dia 15 de junho, na sede do Ministério Público de Rondônia, para apresentação do diagnóstico da situação do João Paulo II e discussão das possíveis saídas que podem ser encaminhadas para resolver os principais problemas da unidade.

 

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