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JIRAU - Empresários do Acre e Rondônia acreditam na potencialidade da demanda de empregos nos próximos 60 anos

JIRAU - Empresários do Acre e Rondônia acreditam na potencialidade da demanda de empregos nos próximos 60 anos

Da Redação

14 de Novembro de 2008 às 14:11

Foto: Divulgação

Para o representante dos trabalhadores nas indústrias nos Estados de Rondônia e Acre, com a participação do empresariado no empreendimento vai haver mais investimentos nos trabalhadores e geração de empregos a longo tempo
 
A geração de uma maior demanda de empregos durante e após a construção da Usina Hidrelétrica de Jirau, com a possível participação do empresariado de Rondônia e Acre no empreendimento, foi um dos assuntos discutidos em encontro na Capital, que teve a participação do líder, Antonio Acácio Moraes do Amaral, presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores nas Indústrias nos Estados de Rondônia e Acre (Fitrac), e do ex-senador Sibá Machado, que integra o Conselho Administrativo Consórcio Energia Sustentável do Brasil S.A (ESBR)-- vencedor da licitação para as obras da referida usina.

A reunião, que ocorreu na quarta-feira (12) em Porto Velho, na sede da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), contou também com a participação do presidente da Fiero, Euzébio Guareschi, e de representantes do Senai, Sesi, Sebrae e Cetene. Na ocasião, segundo Antonio Amaral, o representante do ESBR, Sibá Machado, a construtora Camargo Correa Investimentos vai se retirar do Estado logo após a construção da usina de Jirau -- Camargo Correa é uma das quatro empresas que formam o Consórcio. As outras são Suez Energy, Eletrosul Centrais Elétricas e Companhia Hidroelétrica do São Francisco.

“Diferente do que se tem dito por aí, que a geração de empregos provenientes da usina só ocorrerá até a finalização do empreendimento, por parte da Camargo Correa, as empresas da nossa região poderão se unir, formando uma espécie de sociedade na parte pública do empreendimento, e à longo tempo, já que o Consórcio tem um contrato de 30 anos, prorrogáveis por mais trinta, numa perspectiva de vida útil da usina de 100 anos”, declarou o sindicalista.

Antonio Amaral -- que também é diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria para Assuntos Profissional e Internacional – prevê que, com a participação das empresas do Acre e Rondônia, “vai haver mais investimentos nos trabalhadores desses dois estados e demandas de empregos, pelo menos, durante os próximos 60 anos”.
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