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Porto Velho Shopping investe mais de R$ 1 milhão em obras de interesse social

O empreendimento vai gerar cerda de dois mil novos empregos diretos permanentes, além de 400 empregados temporários. O projeto prevê dranagem no Canal da Penal para ampliar o fluxo, eliminando problemas de alagamento e melhorando a saúde pública.

Da Redação

23 de Maio de 2008 às 11:28

Foto: Divulgação

O Porto Velho Shopping, empreendimento na esquina da avenida Rio Madeira com a Calama, iniciativa da empresa carioca Ancar, com 35 anos de experiência neste segmento, vai gerar cerca de dois mil novos empregos diretos permanentes, além de 400 empregos temporários para a construção e uma grande diversidade de cursos de especialização. Mas, ainda mais benefícios sociais serão alcançados, através de obras de infra-estrutura. Estas obras de infra-estrutura, no Porto Velho Shopping, irão atender um grande interesse social, beneficiando, principalmente, a população do entorno do empreendimento. Nos estudos de impacto ambiental estão previstas, entre outras, obras de drenagem focadas na melhoria do Canal da Penal, que terá um fluxo de água muito mais livre, buscando eliminar os problemas de alagamento e saúde pública tão presentes atualmente. MEIO AMBIENTE Durante as obras de construção do shopping, o Canal da Penal será alargado e aprofundado. Após o término das obras, o trecho do canal que passa ao longo do imóvel que abrigará o empreendimento, será mantido limpo e livre pelas equipes de manutenção do Porto Velho Shopping. A capacidade da passagem do canal sob a avenida Calama será ampliada em 4 vezes, em relação à capacidade atual. Os construtores do shopping, durante o período de sua construção, chegarão a limpar e aprofundar o Canal da Penal do outro lado da Calama, fora de seu terreno, tudo isso para melhorar o escoamento das águas, eliminando, consequentemente, os bolsões de água existentes nas proximidades. Quando a avenida Rio Madeira foi construída, foram instaladas, ao longo desta rua, galerias subterrâneas de grande porte, para escoamento das águas pluviais coletadas dos quarteirões vizinhos. Atualmente as galerias referentes ao trecho da Rio Madeira que vão desde a avenida José Vieira Caúla a avenida Tiradentes lançam suas águas no terreno do Porto Velho Shopping. Está prevista a complementação destas galerias, trazendo as águas pluviais desde a Rio Madeira até o Canal da Penal. Esta obra será completamente executada pelos construtores do shopping, com capacidade duas vezes superior à capacidade das tubulações que trazem a água das chuvas até este ponto, o que corresponde a um dimensionamento seguro, levando em consideração evolução da urbanização da cidade nos próximos 50 anos. MELHORIA DAS CONDIÇÕES SANITÁRIAS Os engenheiros projetistas contratados pela Ancar, com experiência de mais de 25 anos em projetos de infra-estrutura urbana em Porto Velho, afirmam que o conjunto destas obras de drenagem irá melhorar as condições sanitárias das áreas situadas nas imediações, transformando as áreas degradadas em áreas urbanizadas. Afirmam, ainda, que o que se busca é eliminar o risco de alagamentos, através da melhoria do fluxo de água, beneficiando toda a população do entorno. Haverá, também, redução nas doenças causadas pelas águas contaminadas, que hoje estão expostas, sendo ambiente propício à disseminação da dengue, malária e outras doenças. O estudo considerou para efeito de bacia hídrica uma grande extensão em torno do shopping, ultrapassando a área total do empreendimento e indo até as cabeceiras dos canais, localizadas além da Av. Amazonas, no bairro Nova Porto Velho. Tudo isso, no sentido de trazer tranqüilidade à população do entorno quanto aos constantes alagamentos na época de chuva. BAIRROS BENEFICIADOS Serão diretamente beneficiados com as obras de infra-estrutura do Porto Velho Shopping os bairros Embratel, Marechal Rondon, Conjunto 22 de Dezembro, 4 de Janeiro, Pedacinho de Chão, Nova Caiari, Flodoaldo Pontes Pinto, Jardim das Mangueiras e outros. Os estudos de impacto, que vêm sendo realizados pela Ancar há cerca de um ano, foram apresentados nas Secretarias Municipais de Meio Ambiente (Sema), Trânsito (Semtran) e de Regularização Fundiária (Semur). Em avaliação preliminar, técnicos das secretarias elogiaram a qualidade e abrangência dos estudos.
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