BOLETIM CORONAVÍRUS - CLIQUE AQUI E FIQUE ATUALIZADO

Sindpetro denuncia venda de combustíveis adulterados e sonegação fiscal em Rondônia

Sindpetro denuncia venda de combustíveis adulterados e sonegação fiscal em Rondônia

Da Redação

10 de Maio de 2007 às 08:23

Foto: Divulgação

*Postos de gasolina de Porto Velho e de outros municípios vendem rotineiramente combustíveis adulterados, praticam uma cópia tupiniquim de “dumping”, numa tentativa de formação de cartel e sonegam aproximadamente 47% de ICMS e outros impostos, em aberto desafio às fiscalizações e as prerrogativas dos órgãos fiscalizadores (Receita Federal, Estadual, Municipal, etc). As denúncias foram feitas ontem(08), por Orlando Pinheiro, membro da diretoria do Sindicato dos Revendedores de Petróleo do Estado de Rondônia-Sindpetro, durante entrevista à radialista Alizângela Lima, no programa “A Bronca é sua, a Ajuda é Nossa”, transmitido pela Rádio Caiari. *Ao ser questionado por ouvintes através de seguidos telefonemas ao vivo, Pinheiro, que também é proprietário de um posto de gasolina, reiterou, por várias vezes, as suspeitas de que alguns postos vendem gasolina adulterada ou misturada com percentual superior a 24% de álcool e mais de 25% de solventes ou fora das especificações legais. *Estima-se que essa prática delituosa aumenta em mais de 10% a rentabilidade de inescrupulosos e representam prejuízo final aos consumidores, haja vista os inúmeros danos causados nos veículos automotores. *Entre os defeitos que começam a aparecer depois de alta quilometragem rodada com combustíveis adulterados consta entupimento das bombas de gasolina; bombas de óleo; corrosão do sistema de injeção eletrônica; “rombos” nos cilindros, mancais e motores fundidos. *Nos estados da região Norte existem indícios de falhas na fiscalização de competência da Agência Nacional de Petróleo-ANP, que teria pouco mais de 170 fiscais para inspecionar 170 distribuidoras e mais de vinte três mil postos de gasolina espalhados no território nacional.
Direito ao esquecimento

MAIS NOTÍCIAS