DINHEIRO VIVO: PF bate recorde e retira R$ 9,5 bilhões do crime organizado em 2025

O valor, classificado como recorde pela corporação, resulta da apreensão de dinheiro em espécie, imóveis, veículos, aeronaves e outros bens

DINHEIRO VIVO: PF bate recorde e retira R$ 9,5 bilhões do crime organizado em 2025

Foto: Divulgação/PF

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A Polícia Federal encerrou 2025 com um prejuízo estimado de R$ 9,5 bilhões imposto ao crime organizado, segundo balanço apresentado no Ministério da Justiça e Segurança Pública, em Brasília. O valor, classificado como recorde pela corporação, resulta da apreensão de dinheiro em espécie, imóveis, veículos, aeronaves e outros bens vinculados a organizações criminosas.

 

De acordo com os dados divulgados, a PF instaurou 44.091 inquéritos ao longo do ano, alcançando índice de solução de 85,25%. No mesmo período, foram realizadas 3.864 operações, que resultaram em 25.997 prisões em diversas frentes de combate ao crime.

 

No enfrentamento ao tráfico de drogas, as equipes federais apreenderam 73,1 toneladas de cocaína e mais de 721 toneladas de maconha, com atuação reforçada em áreas de fronteira e rotas estratégicas. Também foram cumpridos 11.605 mandados de busca e apreensão, além de ações contra crimes cibernéticos, ambientais e financeiros.

 

O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que o montante apreendido ainda pode crescer com a consolidação de novos dados. Segundo ele, o foco tem sido atingir o poder econômico das organizações criminosas. “Para tirar poder do crime organizado, é preciso enfrentar o poder econômico”, declarou ao apresentar o balanço.

 

Rodrigues destacou que, nos últimos anos, os valores confiscados variaram entre R$ 1 bilhão e R$ 6 bilhões, o que reforça o salto registrado em 2025. O diretor também defendeu a integração entre forças de segurança como estratégia central para ampliar a efetividade das investigações.

 

Entre os exemplos citados está a cooperação em apurações de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, avanço que, segundo ele, foi possível com o compartilhamento de informações pelo Banco Central, presidido por Gabriel Galípolo. A PF também ampliou a atuação nas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos), que realizaram 253 operações no ano e apreenderam mais de R$ 169 milhões.

 

As autoridades avaliam que os números refletem uma estratégia de intensificação das operações e de enfraquecimento estrutural das organizações criminosas, com foco não apenas na repressão direta, mas na descapitalização das redes ilegais que sustentam o crime no país.

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