CONGELADAS: Mais de 300 Pessoas à espera de ressuscitação científica

Críticos afirmam que ressuscitar um corpo criopreservado é cientificamente impossível

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Foto: Divulgação

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A promessa de derrotar a morte ainda pertence ao campo da ficção científica — mas isso não impediu mais de 300 pessoas ao redor do mundo de apostarem suas esperanças (e fortunas) na criônica, uma técnica que preserva corpos em nitrogênio líquido a impressionantes –196°C.
 
O procedimento começa logo após a morte legal. Equipes especializadas substituem o sangue por substâncias químicas semelhantes a anticongelantes, que evitam a formação de cristais de gelo capazes de destruir células. O objetivo é simples na teoria, mas gigantesco na prática: conservar o corpo até que a medicina do futuro seja capaz de reparar danos, curar doenças e, quem sabe, reverter a morte.
 
As duas maiores empresas do setor, a norte-americana Alcor e o Cryonics Institute, armazenam esses “pacientes” em tanques metálicos de nitrogênio líquido. O preço dessa aposta é alto: mais de US$ 200 mil para preservar o corpo inteiro. Quem não pode — ou não quer — gastar tanto opta pela neuropreservação, congelando apenas a cabeça na expectativa de que, um dia, o cérebro possa ser transplantado para um novo corpo… ou carregado para dentro de uma máquina.
 
 
Enquanto isso, o debate cresce
 
De um lado, críticos afirmam que ressuscitar um corpo criopreservado é cientificamente impossível, lembrando que não há tecnologia sequer próxima disso. De outro, defensores enxergam a criônica como uma “apólice de seguro existencial”: se existe alguma chance de voltar, por menor que seja, vale tentar.
 
No presente, esses corpos congelados permanecem imóveis, esperando por um futuro que ninguém sabe se virá. Mas o fenômeno mostra como a busca pela longevidade — e pela própria sobrevivência — continua ultrapassando os limites da ciência atual.
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