O Brasil vive um crescimento expressivo do trabalho autônomo formalizado, acompanhado de um aumento na desigualdade salarial. Um estudo da FGV aponta que profissionais com CNPJ podem ganhar até três vezes mais do que empregados formais, com rendimentos médios 67% superiores. Esse movimento evidencia tanto a atratividade quanto os riscos do modelo.
O setor de saúde e assistência social lidera a diferença, com ganhos 316% maiores para autônomos. Apenas em áreas como energia e petróleo os empregados superam em renda. No país, quem opta pelo autônomo formal pode atuar como MEI, com limite de faturamento anual de R$ 81 mil, ou como microempresa (ME), que permite ganhos maiores, mas exige mais tributos.