TECNOLOGIA: Uso de smartphones na agricultura é maior no Brasil do que nos EUA

36% dos agricultores pesquisados fazem compras online para a fazenda contra 24% nos EUA

TECNOLOGIA: Uso de smartphones na agricultura é maior no Brasil do que nos EUA

Foto: ILUSTRATIVA

Pesquisas feitas pela McKinsey & Company, empresa de consultoria empresarial americana, aponta os agricultores brasileiros como um dos maiores consumidores de tecnologia, 71% dos agricultores pesquisados usam canais digitais diariamente para questões relacionadas à fazenda, além da busca de informações, com 97% dos agricultores das novas fronteiras, liderando essa tendência.
 
 
Além dos vastos recursos naturais existentes no território brasileiro, como água em abundância, solos e climas favoráveis, existe um forte investimento em pesquisa e tecnologia dentro do campo que alcança cada vez mais  produtores e áreas rurais extremas. Os agricultores brasileiros estão conectados digitalmente e 85% usam o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp diariamente para fins relacionados à agricultura, mesmo no grupo com menor alfabetização.
 
 
Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o Brasil já é o terceiro maior produtor de alimentos do mundo, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos, e o segundo maior exportador global, depois dos norte-americanos. A disponibilização de crédito e o incentivo ao produtor rural é um dos fatores que influenciam esse crescimento. 
 
 
O agente de desenvolvimento regional, Banco da Amazônia, responsável para a implementação de políticas de crédito do governo federal na Região Amazônica, aplicou R$ 11 bilhões com recursos de fomento somente em 2020 em toda Região Norte, ano de pandemia da COVID-19. Somente com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) foram mais de R$ 10,48 bi em contratações.
 
 
Com o objetivo de alcançar o maior número de produtores e agilizar a concessão de crédito, o Banco da Amazônia está passando por um processo de modernização com a implantação gradativa de sistemas digitais como o BASA Digital, uma solução composta por aplicativo e portal web, lançado em 2020.
 
 
Essas mudanças trazem agilidade, de modo que o processo ocorre de forma rápida, desde a origem do cadastro até a emissão de cédula para liberação dos valores financiados, reduzindo o tempo de contratação de meses para estimados dois dias e utilizando a interferência mínima das agências.
 
 
Com o Basa Digital, o Banco visa encurtar distâncias e aproximar a instituição do produtor. “Queremos alcançar o maior número de produtores atendidos e acreditamos que os sistemas digitais podem ser um grande aliado para que isso aconteça já que os produtores estão cada vez mais conectados com o mundo digital”, afirmou o superintendente regional do Banco da Amazônia em Rondônia, Diego Brito Campos.
 
 
A plataforma se encontra em produção com a disponibilização das linhas Pronaf B e Pronaf Custeio, já em atividade nos estados do Pará, Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima e conta com mais de 16 empresas parceiras com acesso habilitado ao serviço. Até o final de 2020, foram cadastrados na plataforma, aproximadamente, 650 clientes, 300 técnicos agrícolas habilitados e cerca de 290 propostas aprovadas de forma automática. Em 2021, houve a entrada da linha Pronaf Mais Alimentos no BASA Digital.
 
 
A implantação do Basa Digital vem sendo feita de forma gradativa no estado de Rondônia e iniciada em quatro agências no estado: Ariquemes, Rolim de Moura, Cacoal e Pimenta Bueno e no início de  outubro disparamos para todo estado. 
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