POLÊMICA: Ministro da Saúde classifica passaporte sanitário como ‘desnecessário’

Segundo ele, o mais importante é garantir a vacinação das pessoas

POLÊMICA: Ministro da Saúde classifica passaporte sanitário como ‘desnecessário’

Foto: Divulgação

Rio de Janeiro e São Paulo, no Brasil, e países como Itália e França já começaram ou vão começar a exigir um certificado de vacinação para todos que queiram frequentar ambientes públicos, como feiras, eventos e atrações. O ministro da Saúde Marcelo Queiroga, por sua vez, considerou desnecessária a exigência de passaporte sanitário que comprove a imunização contra Covid-19 para o acesso a determinados eventos ou locais.
 
 
Segundo ele, o mais importante é garantir a vacinação das pessoas. “A Constituição, no Artigo 5°, tem como princípio fundamental a liberdade. A vacinação é uma política do governo federal que visa combater o caráter pandêmico da covid-19. Agora mesmo, nós temos a vacina na primeira dose e na segunda dose. Então eles têm a vacina completa. E aí resolvemos fazer um reforço. Qual é o passaporte? Eu acho uma exigência descabida, na minha opinião”, declarou Queiroga.
 
Segundo o ministro, o importante é haver protocolos de segurança para a população e realizar campanhas de vacinação. “Mais de 220 milhões de doses distribuídas à nossa população. Queda de 60% dos casos em dois meses. Queda de 58% dos óbitos em dois meses. Por que nós conseguimos isso? Porque nós atuamos de maneira conjunta com estados e municípios. De tal maneira que essas medidas pontuais que municípios lançam pouco ajudam ao enfrentamento à pandemia”, disse.
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