ANAVILHANAS: Amazônia ganhará hotel exclusivo de apenas 12 quartos em 2023

Conhecido como Mirante do Madadá, o local será base de uma operação de ecoturismo, que pretende elevar a experiência amazônica a um outro nível

ANAVILHANAS: Amazônia ganhará hotel exclusivo de apenas 12 quartos em 2023

Foto: Divulgação

Uma área de preservação próxima ao Rio Negro, no coração do Amazonas, de frente para o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, o Parque Nacional de Anavilhanas, que contempla cerca de 400 ilhas de floresta virgem, ganhará um hotel em 2023.  Conhecido como Mirante do Madadá, o local será base de uma operação de ecoturismo, que pretende elevar a experiência amazônica a um outro nível.
 
O hotel conta com recepção, concierge, bar, restaurante, serviços, lounge, espaços expositivos e uma piscina de borda infinita
 
O Mirante do Madadá foi baseado em elementos naturais e culturais da região, com texturas e materiais. As estruturas que compõem o complexo se assemelham a sementes e se espalham de forma orgânica pela topografia da área, respeitando a mata nativa.  A entrada para o complexo é feita a partir da Casa Coletiva, aberta de um lado para o rio, onde é possível apreciar o nascer do sol, e do outro para a floresta.
 
O hotel conta com recepção, concierge, bar, restaurante, serviços, lounge, espaços expositivos e uma piscina de borda infinita. Passarelas conectam a construção principal às 12 acomodações e distribuem os caminhos entre toda a extensão do hotel, até o ponto mais longe na mata: a Casa de Cura, espaço inspirado na formato da flor Vitória-régia. O local é dedicado a práticas de yoga, encontros com representantes indígenas da região ou um espaço para receber uma massagem e banho ayurvédico.
 
O Mirante do Madadá já nasce com o DNA do turismo de base comunitária, trazendo vivências autênticas na Amazônia em comunhão com os ribeirinhos. Dentre as incursões na floresta, observação de espécies da fauna e da flora amazônica, birdwatching, focagem noturna de jacarés, pesca de piranhas, trilhas guiadas até as Grutas do Madadá, passeios de canoa pelos igapós quando na época das cheias, contemplação das praias quando no período da vazante e da seca, entre outros.
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