FORA: Suplente de vereador de RO preso em Brasília é expulso de partido

Paulo José Maria era de um partido de centro-esquerda, mas apoiava Jair Bolsonaro e queria golpe militar

FORA: Suplente de vereador de RO preso em Brasília é expulso de partido

Foto: Divulgação

O suplente de vereador em Jaru, Paulo José Maria, preso pela participação em atos golpistas em Brasília contra os Três Poderes, foi expulso do Partido Socialista Brasileiro (PSB).

 

A medida foi confirmada pela diretoria estadual do partido na quarta-feira (18). Paulo da Caçamba, como é conhecido, tem 52 anos e é casado. Ele foi eleito como suplente de vereador em 2020, com 163 votos.

 

Na época, declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um patrimônio de R$ 123 mil, que seriam pela propriedade por uma casa e dois carros.

 

O nome de “Paulo da Caçamba” está na lista dos mais 1,3 mil presos pelos ataques de vandalismo praticado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Além dele, outros 13 suplentes e uma vereadora de diferentes regiões do país foram identificados entre os detidos.

 

O ataque aconteceu no dia 08 de janeiro. Um grupo invadiu a Praça dos Três Poderes e atacou as sedes do Legislativo, Executivo e Judiciário para derrubar o governo eleito.

 

A diretoria regional do PSB em Rondônia repudiou a conduta de Paulo da Caçamba e afirmou que “o partido não compactua com os atos antidemocráticos de quaisquer espécies, e que confia nas urnas eletrônicas”.

 

Diante disso, o Executivo Estadual decidiu pela expulsão do suplente. “A expulsão dele foi formalizada, não cabe recurso a ele, até porque os fatos são muito graves. É inadmissível que alguém filiado a um partido progressista participe de práticas de terrorismo e atentado contra a democracia”.

 

“Precisamos fortalecer cada vez mais o estado democrático de direito”, destacou o presidente do partido em Rondônia, Cleiton Roque.

 

Nas redes sociais, Paulo da Caçamba declarava publicamente seu apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele também utilizava as redes sociais para espalhar “fake news”. Várias de suas publicações são marcadas pelo próprio Facebook como “foto adulterada” ou “informação falsa”.

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