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EX INCONFORMADO: Mulher corre de peças íntimas pela rua após agressão e quase é morta enforcada

As agressões ocorreram pelo fato de o homem não aceitar o fim do relacionamento

FOLHA DO SUL ONLINE

06 de Outubro de 2020 às 17:06

Atualizada em : 06 de Outubro de 2020 às 17:06

Foto: Divulgação

 

FOLHA DO SUL ONLINE - Em forma de desabafo, a advogada Carol Andreazza, fundadora de uma conhecida página de vendas no Facebook, postou em seu perfil pessoal numa outra rede social a imagem chocante de uma vitima de agressão por parte do ex-companheiro.

 
Na legenda, Carol relatou que as agressões ocorreram pelo fato de o homem não aceitar o fim do relacionamento e ter se aproveitado que a vítima dormia, para se sentar sobre seu corpo e desferir inúmeros socos contra a face da mulher, que ficou parcialmente desfigurada.
 
Em contato com a vítima, de 29 anos, que trabalha como auxiliar de contabilidade em Vilhena e que concedeu entrevista ao site, ela relatou que já esta separada do agressor há dois meses, porém, por terem bens que ainda precisam ser vendidos, ainda dividiam o mesmo teto.
 
A vítima relatou ainda que, na madrugada de domingo, 04, o jovem, de 28 anos, invadiu seu quarto e, após socá-la várias vezes na face, a amarrou e desferiu inúmeros chutes contra seu corpo.
 
Na tentativa de acalmar o ex, que a todo momento afirmava que iria matá-la, a jovem passou a se culpar pelo fim do relacionamento e afirmar que não iria mais se separar, até que o agressor a soltou, momento que ela, apenas de roupas íntimas, conseguiu pular o portão do imóvel e fugir gritando por socorro na rua.
 
Seguindo a mulher com uma corda nas mãos, o agressor a alcançou e tentou enforcá-la em uma árvore, até que os vizinhos chamaram a Polícia Militar, que prendeu o homem em flagrante.
 
Ainda segundo a mulher, durante o relacionamento de quatro anos, seu companheiro já havia tentado lhe estrangular com as próprias mãos a cerca de um ano e três meses, porém, por dó, acabou não dando continuidade à denúncia, mas se arrepende, e decidiu tornar o caso público para encorajar outras mulheres que sofrem com relacionamentos abusivos a não se calarem.
Direito ao esquecimento

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