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COVID-19: Empresários usam “dança do caixão” para supostamente conscientizar

Apresentação foi inspirada em coreografia que surgiu em país africano e viralizou no Brasil

FOLHA DO SUL ONLINE

11 de Maio de 2020 às 11:31

Atualizada em : 11 de Maio de 2020 às 11:38

FOLHA DO SUL ONLINE  - O jornal Folha do Sul Online conversou, por telefone, com o promotor de eventos Cristiano Dias Carneiro, o “Titi”, dono de uma empresa de entretenimento responsável por uma ação que causou impacto na cidade de Ji-Paraná (RO), na manhã desta segunda-feira, 11.
 
Um vídeo mostrando participantes da “Turma do Titi”, desfilando com um caixão pelas ruas da segunda maior cidade de Rondônia viralizou nas redes sociais e em grupos no WhatsApp.
 
Cristiano explicou que sua empresa foi contratada pela Associação Comercial de Ji-Paraná e algumas empresas da cidade para usar a “dança do caixão” como forma de conscientizar a população sobre medidas para ajudar a combater a pandemia de Covid-19..
 
O site também conversou com o empresário Alexandre Dartiballi, ex-presidente da Acijip e um dos idealizadores da campanha. Ele explicou que a utilização dos artistas, simulando um velório fictício nas vias públicas visa fazer com que a população jiparanaense use máscaras e obedeça as regras de distanciamento.
 
“Queremos que todos se conscientizem para que o número de casos em nossa cidade seja mantido sob controle. Assim, as empresas poderão continuar funcionando, preservando empregos e vidas”, disse o entrevistado, que atua no segmento hoteleiro.
 
MEME DO CAIXÃO
 
A inspiração para a apresentação do grupo de Ji-Paraná é um vídeo que viralizou no Brasil, ao mostrar a coreografia macabra de carregadores de caixão em Gana, país africano que tem como tradição este ritual funerário
Direito ao esquecimento

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