ALERTA: Fiocruz Rondônia identifica subvariantes da Ômicron no Estado

Variantes da linhagem Ômicron, BE.9 (BA.5.3.1) e BQ.1.1, circulantes no município de Porto Velho foram detectadas através de sequenciamento realizado no Laboratório de Virologia Molecular.

ALERTA: Fiocruz Rondônia identifica subvariantes da Ômicron no Estado

Foto: Divulgação

 

Foram identificadas duas subvariantes da linhagem Ômicron, BE.9 (BA.5.3.1) e BQ.1.1 circulantes no município de Porto Velho, detectadas através de sequenciamento realizado no Laboratório de Virologia Molecular da Fiocruz Rondônia.

Os resultados do sequenciamento foram informados, no início dessa semana, às secretarias de saúde municipal e estadual.

As coletas foram realizadas nos dias 16 e 17 de novembro pela Fiocruz Rondônia, e o sequenciamento em colaboração com a Rede de Sequenciamento SEQV Brasil.
 
Os dois casos da subvariante BE.9 identificados são de um indivíduo do sexo feminino com 25 anos, que possui 2 doses da vacina (sem doses de reforço) e comorbidade respiratória. Os sintomas relatados foram dor de cabeça, febre, dor de garganta e dificuldade para respirar.
 
O outro caso trata-se de um indivíduo do sexo masculino com 34 anos, com 4 doses da vacina e sem comorbidades. Segundo ele, durante a infecção apresentou apenas sintomas leves como coriza e tosse.
 
A subvariante BQ.1.1 foi identificada em um indivíduo do sexo Masculino com 45 anos de idade com quarta dose da vacina, apresentando sintomatologia leve. Ambas (BE.9 e BQ.1.1) foram identificadas recentemente pela Fiocruz no Estado do Amazonas, além de serem detectadas em outros estados do país.
 
A detecção dessas subvariantes em Rondônia traz um alerta para a importância da vacinação em todas as faixas etárias e grupos preconizados pelas autoridades sanitárias, para que não ocorra um aumento de casos graves e hospitalizações, “uma vez que a imunização é a melhor forma de prevenção contra a doença e também contra as formas mais severas do vírus, sendo possível continuarmos com esse trabalho de vigilância genômica como forma de intervir frente ao aumento do número de casos” pontuou Deusilene Vieira, pesquisadora chefe do Laboratório de Virologia Molecular da Fiocruz Rondônia.
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