'TÁTICAS NAZISTAS': Juízes do Trabalho chamam presidente da OAB-RO de ‘mentiroso’

Nota em tom incisivo acontece após denúncias de magistrados não atuarem mais no estado

'TÁTICAS NAZISTAS': Juízes do Trabalho chamam presidente da OAB-RO de ‘mentiroso’

Foto: Divulgação

A guerra de versões entre a OAB Rondônia (Ordem dos Advogados do Brasil) e a Associação dos Juízes do Trabalho da 14ª Região (Amatra14) do estado ganhou um novo tom, mais ácido desta vez.

 

No último final de semana, a Amatra divulgou uma nota de repúdio, onde chamou Márcio Nogueira, presidente da OAB/RO de “mentiroso” e de usar “táticas nazistas”.

 

Tudo começou quando em junho deste ano, Nogueira disse que “tem chegado à Ordem que alguns magistrados deixaram de residir em Rondônia e outros nunca pisaram o pé aqui em nosso estado. Tomaram posse por videoconferência e desde então têm exercido a magistratura à distância, sem conhecer a realidade de quem procura por Justiça. Isso é um desrespeito! Como pode um juiz julgar sem conhecer a realidade da comunidade que sua decisão impacta?”.

 

A nota de repúdio da Amatra14 aponta: que “A Grande Mentira – do alemão große Lüge – foi expressão cunhada ao tempo da Segunda Guerra Mundial, a significar distorção grosseira ou deturpação da verdade. Prestou-se como forte estratégia propagandista empregada por Joseph Goebbels. Dizia ele: ‘toda propaganda eficaz deve ser limitada a alguns poucos pontos e deve ser repetida em slogans até que o último membro do público compreenda’”.

 

O texto prossegue em tom duro e incisivo contra o presidente: “Essa também tem sido a estratégia utilizada pelo Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, pela sua Seccional de Rondônia (OAB/RO). Insiste no ponto de que juízes e juízas do Tribunal Regional do Trabalho da Décima Quarta Região não tenham suas residências fixadas na jurisdição, a vulnerar, dessa feita, comando de estatura constitucional”.

 

A nota diz ainda que Márcio Nogueira é “medíocre” e que usa das mídias para se promover, “assim professa em palanques, mídias e redes sociais, com o intuito de ter para si os holofotes de um discurso – ainda que medíocre -, mas suficiente o bastante para convencer uma audiência cativa de que magistrados(as) da Justiça do Trabalho de Rondônia e Acre estejam a residir fora das linhas limítrofes de sua jurisdição. Até porque: ‘se você contar uma mentira grande o suficiente e continuar repetindo-a, as pessoas acabarão por acreditar nela”.

 

Confira a nota na íntegra no final deste texto, no arquivo PDF:

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