CONVIVÊNCIA: Mudanças que as novas gerações trazem para o mercado de trabalho

A geração Z tem influenciado grandes mudanças no cenário corporativo

CONVIVÊNCIA: Mudanças que as novas gerações trazem para o mercado de trabalho

Foto: Divulgação

Entender as diferenças entre gerações, e o impacto delas no trabalho é uma nova necessidade para sobrevivência das empresas.
 
 
Trabalhar pela paixão naquela área x ou y ou pelo salário no final do mês, não parece ser um fator relevante para a geração Z segundo pesquisa.
 
 
Os jovens profissionais entre 18 e 24 anos se mostram mais exigentes quanto as condições para o trabalho. A denominada geração Z, prefere estar desempregada do que infeliz no emprego.
 
 
Se você é empreendedor e não leva muito em consideração a felicidade e o bem-estar do seu colaborador fica um alerta, principalmente se ele é jovem.
 
 
Uma pesquisa recente feita pela Randstad revelou que 40% dos profissionais nessa faixa etária, preferem ficar sem trabalho a permanecer infeliz no emprego. Isso traz à tona uma reflexão importante sobre a maneira com que os empregadores lidam com seus colaboradores e os benefícios que oferecem.
 
 
Os jovens talentos da geração Z querem trabalhar em um lugar cujos valores estejam alinhados com os seus valores pessoais. Segundo essa pesquisa, Cerca de 56% da geração Z e 55% dos millennials disseram que deixariam o emprego se isso interferisse em suas vidas pessoais, apontou a pesquisa, que ouviu 35 mil profissionais em 34 mercados.
 
 
Essas descobertas devem servir como um alerta para os empregadores. Há uma clara mudança de poder em andamento à medida que as pessoas repensam as prioridades.
 
 
As empresas precisam se tornar mais atrativas em vários aspectos. Assistência médica, previdência, treinamento, diversidade, inclusão, entre outros são alguns dos pontos observados nessa interessante pesquisa que mostra claramente a necessidade dos empregadores pensarem além do exercício da função e do salário de seus colaboradores.
 
 
Fernanda Rocha, psicóloga e aluna de MBA em Recursos Humanos pelo IPOG, afirma que o conflito entre diferentes gerações é bem comum no dia a dia das empresas.
 
 
“Os colaboradores entre 18 a 24 anos não sabem lidar com as frustrações que surgem no dia a dia do trabalho, são muito impulsivos e indisciplinados. Muitos dos gestores são da geração X, que enxergam o trabalho com outros olhos, querem organização. A dificuldade maior é que os jovens, infelizmente não conseguem dialogar pra chegar em uma solução”.
 
 
Trabalhar em um ambiente saudável, que tenha um bom clima organizacional, cuja liderança seja inspiradora e ainda, que seja flexível com suas demandas, é um fator importante para a geração Z. Manter a ordem, a disciplina e o compromisso com os horários são valores fortes de gerações anteriores por exemplo.
 
 
Uma importante reflexão aos gestores de gerações anteriores e a todos nós, independente da geração. Abrir a mente para enxergar as necessidades e expectativas das novas gerações e ponderá-las comunicando, é o desafio que vai determinar a longevidade das empresas no mercado.
 
 
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