NOVO BARRACO: Marido da prefeita de Guajará-Mirim causa tumulto e é detido pela PM

Antônio Bento foi condenado pela justiça, proibido de entrar em órgãos públicos, mas continua mandando e desmandando na cidade

No final da manhã desta segunda-feira (13), Antônio Bento, marido da prefeita de Guajará-Mirim, Raíssa Bento (MDB), se meteu em uma nova confusão na cidade. Desta vez, ele foi detido pela Polícia Militar.
 
O motivo foi um bate-boca e uma tentativa de agressão com uma cadeira contra o vereador Rivan Eguez, que seria de oposição ao grupo político de Antônio Bento.
 
Detalhes
 
A confusão teria começado com uma manifestação de profissionais de educação, que foram até a Câmara Municipal, para conseguir o rateio do recurso do Fundeb, que foi distribuído por vários prefeitos rondonienses. 
 
Antônio Bento chegou ao local para conversar com os vereadores para não atenderem o pedido dos professores, já que ele não iria autorizar a divisão dos recursos.
 
Bento ainda passou por cima da autoridade do próprio presidente da Câmara, João Wanderlei de Melo, onde falou no lugar dele, além de proibir o vereador Rivan Eguez (PV) de entrar no plenário e não fazer parte da reunião convocada por ele.
 
 
Manda quem pode
 
Antônio Bento foi condenado pela justiça e proibido de entrar em órgãos públicos em Guajará-Mirim. Mas segundo informações de bastidores, quem manda mesmo na Prefeitura é ele, e não a esposa Raíssa Bento. 
 
Dos 13 vereadores eleitos, 10 seriam da base de apoio dele e da prefeita, sem respeito às suas prerrogativas e do decoro para atender as exigências de Bento.
 
O vereador Rivan Eguez foi convocado para uma reunião extraordinária no plenarinho da casa de leis, e ao chegar ao local, se deparou com Antônio Bento sentado à mesa comandando as negociações e ditando as regras, afirmando inclusive que ele não iria pagar nada. 
 
 
Rivan então se manifestou contrário àquela usurpação do poder que estava acontecendo. Isso foi suficiente para começarem as ofensas com palavrões. Depois, Antônio Bento tentou agredi-lo com uma cadeira.
 
O vereador então deu voz de prisão a Bento, que alegou então ser advogado e exigiu a presença da comissão de prerrogativas da OAB, que compareceu ao local, junto com a Polícia Militar, e foi constado então, que ele não estava ali exercendo a profissão de advogado. 
 
Mesmo sem nenhum cargo oficial e com proibição de entrar em órgãos públicos, Bento estava negociando livremente a situação do rateio do Fundeb, que ele insiste em dizer que não vai autorizar o pagamento.
 
Enquanto isso, a prefeita Raíssa Bento, que deveria negociar com os servidores da educação, apareceu horas depois, sem tomar nenhuma atitude. Ela ainda viu o esposo argumentar com a PM sobre a liberação, que até momento não aconteceu.
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