OPERAÇÃO PULITZER II: Deputado estadual que mandou sequestrar jornalista é preso

Mandado está sendo cumprido neste momento no escritório do deputado, que foi algemado no local

OPERAÇÃO PULITZER II: Deputado estadual que mandou sequestrar jornalista é preso

Foto: Divulgação

O deputado Jalser Renier Padilha foi preso agora a tarde no seu escritório no bairro Canarinho. A prisão está sendo acompanhada pela Polícia Militar e pelo Gaeco do Ministério Público Estadual. A prisão foi determinada pela juíza convocada Graciete Sotto Mayor Ribeiro.

A Polícia Militar, Polícia Civil e o Gaeco, do Ministério Público de Roraima, estão neste momento no escritório do deputado para comprimento do mandato. O deputado chegou a ser algemado pela polícia. 
 
A prisão é em decorrência da acusação de envolvimento do parlamentar no sequestro do jornalista Romano dos Anjos. Outras sete pessoas que teriam ligação com o deputado, enquanto este era presidente da Assembleia Legislativa de Roraima, já foram presos por suspeita de envolvimento no caso. 
 
Segundo inquérito da Polícia Civil, Jalser Renier é o mandante do sequestro  do jornalista Romano dos Anjos
O deputado Jalser Renier é ex-presidente da ALE de RR e a prisão é preventiva, ou seja, não tem prazo para terminar
 
A decisão da juíza foi baseada, entre outros artigos, no artigo 150 do Código Penal, que criminaliza o ato de “entrar ou permanecer, clandestina ou astuciosamente, ou contra a vontade expressa ou tácita de quem de direito, em casa alheia ou em suas dependências”.
 
A prisão é preventiva, ou seja, não tem prazo para terminar. O rito agora será o encaminhamento comunicado prisão para a Assembleia Legislativa. Os deputados deverão autorizar ou não a transferência do parlamentar para o sistema prisional. 
 
No momento do recebimento do mandado de prisão, onde estavam presentes o delegado que preside o inquérito que investiga o sequestro de Romano dos Anjos, João Evangelista, e o promotor que comanda a investigação no Gaeco, Isaías Montanari, Jalser afirmou, mais uma vez, que trata-se de uma denúncia caluniosa e que não estariam tratando com nenhum bandido. 
 
Setenta policiais estão trabalhando na operação, que segundo informações extra-oficiais, teria prendido também outras pessoas. 
 
Direito ao esquecimento

MAIS NOTÍCIAS

Por Editoria

PRIMEIRA PÁGINA

ROVIVO TV

DESTAQUES EMPRESARIAIS

PUBLICAÇÕES LEGAIS

COLUNAS