ESPAÇO ABERTO: Mendigos e usuários de drogas obrigam banco a 'fechar' na capital

Confira a coluna de Cícero Moura

ESPAÇO ABERTO: Mendigos e usuários de drogas obrigam banco a 'fechar' na capital

Foto: Divulgação

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BRADESCO
 
A agência do banco Bradesco da avenida Carlos Gomes com Jorge Teixeira, junto à rodoviária, está fechando mais cedo. O local que antes ficava aberto até 23h agora é trancafiado às 18h.



 
BRADESCO 2
 
Tudo bem que o serviço era meia boca pois metade dos caixas eletrônicos existentes no local nunca tinha dinheiro ou então estava fora de operação. Agora, nem isso tem. 
 
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Com a inoperância do serviço público que não consegue achar uma solução para o amontoado de indigentes, mendigos e usuários de drogas que habitam por ali, o banco decidiu fechar toda agência às 18h e ponto final.
 
BRADESCO 4
 
O resultado disso é exatamente o que o cidadão já conhece. Como a cambada de incompetente que domina à gestão pública se faz de cega, surda e muda, o usuário, como sempre, sofre as consequências. 
 
BRADESCO 5
 
Ainda sobre a dita agência, são fortes os boatos de que ela irá fechar definitivamente. Os clientes do local seriam transferidos para a agência da Pinheiro Machado. Na verdade, ocorrendo isso o banco se livra de uma vez do problema com a vadiagem.
 
BRADESCO 6
 
Em 2019 eu cheguei a escrever sobre clientes que chegavam no local cedo da manhã e encontravam urina e fezes pelo chão. A gerente, na época, me disse
que já tinha perdido a conta de quantas vezes pediu ajuda da prefeitura.
 
BRADESCO 7
 
Como não houve solução, a gerente “adotou” um dos indigentes que passou a cuidar para que ninguém fizesse as necessidades fisiológicas no banco. Em troca, a gerente dava café e pão para o dito cujo que também dormia local.
 
HIPOCRISIA
 
Para evitar que algum falso moralista venha criticar a atitude da gerente, é importante dizer que essa foi a única alternativa que ela conseguiu para manter o local, pelo menos, sem dejetos espalhados pelo chão.  
 
APOSTA
 
Este ano se formam as primeiras turmas do Novo Ensino Médio (NEM) implantado pelo Serviço Social da Indústria (SESI) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), em 2019 nas unidades de Rondônia iniciando com quatro turmas, sendo o estado que mais apostou neste projeto.
 
MAIS ESTUDANTES
 
Rondônia entrou com o número maior de alunos em comparação aos demais estados, que começaram com 40 alunos. Aqui foram 160, ou seja, quatro vezes mais alunos.
 
BOA ACEITAÇÃO
 
O projeto deu tão certo que agora em janeiro de 2021 entraram três novas turmas, com o início do ano letivo.
 
AVALIAÇÃO
 
O SENAI de Rondônia foi avaliado pelo Sistema de Avaliação da Educação Profissional (SAEP), como um dos melhores em termos de qualidade de ensino profissionalizante, obtendo nota 8,6, ou seja, 10,25% acima da média nacional.
 
AVALIAÇÃO 2
 
Além de avaliar o aprendizado, o SAEP serve de parâmetro para qualificar a gestão, infraestrutura e capacidade técnica e pedagógica das escolas técnicas. Em
Rondônia participaram alunos de todas as unidades do estado. 
 
PREFERÊNCIA
 
O curso de Eletrotécnica foi escolhido para as primeiras turmas após pesquisa de avaliação de demanda nacional junto a profissionais das indústrias dos diferentes segmentos.
 
EXIGÊNCIA
 
A partir da implantação do NEM, pela Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO) através dos seus braços operacionais SESI e SENAI, surgiram novas necessidades, como por exemplo, que o professor esteja mais alinhado e mais atento à aplicação do que ensina em sala.
 
QUALIDADE
 
Segundo o coordenador de Educação Básica e Profissional SESI-SENAI-IEL-RO, Jair Coelho, o Novo Ensino Médio mudou a proposta pedagógica de SESI e SENAI agregando valor para educação básica e educação profissional.
 
APERFEIÇOAMENTO
 
Jair esclarece que houve mudanças substanciais quanto as opções de itinerários e a proposta pedagógica para essa estrutura de ensino que prioriza no lugar das antigas provas teóricas um novo conjunto de avaliações posicionando o aluno como protagonista do aprendizado.
 
CALENDÁRIO
 
Ao todo, são três mil horas para todo o ensino médio, que começa com maior ênfase nos conteúdos gerais e, gradualmente, aumenta-se o número de horas-aula para a formação técnica e profissional.
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