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DIA DO MÉDICO: Cinco descobertas da medicina que mudaram a humanidade

18 de outubro comemora-se o Dia do Médico e ressalva a importância da profissão

OIMPARCIAL

18 de Outubro de 2020 às 10:46

Atualizada em : 19 de Outubro de 2020 às 08:48

Foto: Divulgação

18 de outubro, a data em que comemora-se o Dia do Médico ressalva a importância da profissão. A medicina sempre foi um serviço de importância por cuidar da saúde das pessoas, e ao longo da história diversas descobertas foram essenciais, permitindo o salvamento de muitas vidas.

 

Veja a seguir 5 descobertas da medicina que revolucionaram a história

 

1 – Vacina

 

Imagem: Reprodução.

A descoberta da vacina se deu diante de um cenário caótico: a varíola era uma doença que apresentava uma alta taxa de mortalidade, onde 40% de todos os doentes viravam vítimas fatais. Não obstante, muitos dos sobreviventes da varíola adquiriam sequelas, como desfiguração e cegueira.

 

 

Se já não bastasse a contaminação dos humanos, a doença também acometia gados, cavalos e porcos. No entanto, apesar da situação crítica, em 1796, o britânico Edward Jenner descobriu que uma pessoa fosse contaminada pela doença da varíola bovina, de modo menos comprometedor, ficaria imune a varíola humana. Este foi o início da vacina.

 

2 – Bactérias

 

Imagem: Reprodução.

Antony van Leeuwenhoek, grave esse nome! O homem nunca teve contato com as profissões de médico ou professor, sendo apenas um comerciante curioso. A descoberta das bactérias possibilitou uma série de ações consequentes, diagnosticando doenças e elencando organismos.

 

Ele dedicou sua vida a fabricar e usar microscópios, e no ano de 1675 ele descobriu organismos minúsculos através de um microscópio com uma amostra de água da chuva. Após a descoberta, ele começou a examinar tudo que via, como cocô de pombo e até o próprio esperma.

 

3 – Raios X 

 

Imagem: Reprodução.

Esta descoberta foi um tanto pelo acaso, Wilhelm Rontgen era um alemão que  possuía um laboratório e fazia seus estudos. Certa vez ele se deparou com uma luz amarelo-esverdeada que um de seus aparelhos estava emitindo.

 

Em curiosidade com a luz estranha, Rontgen começou a investigar, até que chamou sua esposa e pediu para que ela colocasse a mão esquerda sobre uma chapa fotográfica.

 

Após seis minutos ele revelou a chapa e viu que os ossos da mão dela estavam evidentes, com uma silhueta da aliança. Este foi o primeiro raio x registrado. O raio x possibilita uma maior precisão nos diagnósticos médicos, sendo uma das principais ferramentas da ortopedia.

 

4 – Anatomia Moderna

 

Imagem: Reprodução.

Esta importante conquista da medicina não foi um fruto fácil de se conquistar, pelo contrário, exigiu coragem e determinação. Até o ano de 1543, os médicos não dissecavam cadáveres, métodos de preservação de órgãos e tecidos ainda não haviam sido criados.

 

Andrea Vesalius foi um belga que se empenhou arriscando sua vida em nome da ciência. Ele coletava ossos humanos de cemitérios e dissecava cadáveres na faca mesmo. Em meio a corpos e órgãos infectados e podres, Vesalius estudava para poder descrever a anatomia humana.

 

O livro “De Humani Corporis Fabrica”, de Libri Septem, conta a história do belga, nele contém os mais variados desenhos hiper-realistas e com detalhes informativos, a obra é de grande valor para a medicina.

 

5 – Anestesia

 

Imagem: Reprodução.

Imagine como seriam todos os processos cirúrgicos sem a anestesia? angustiante, não? Antes da invenção dessa ferramenta preciosa, era comum que pacientes desmaiassem de dor durante as operações médicas.

 

Cenário este que mudou em 1842, quando o norte americano Crawford Long, convenceu um paciente a cheirar uma toalha embebida em éter, até o ponto de ficar inconsciente.

 

Após acordar, o paciente se viu sem o cisto que tinha no pescoço, retirado na operação, não se lembrava do que tinha acontecido enquanto estava inconsciente, mas o mais importante é que ele não sentiu as dores durante a cirurgia. A partir daí, a anestesia começou a ser desenvolvida e aprimorada.

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