Sindsef presente no Dia de Paralisação Nacional em Porto Velho

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Foto: Divulgação

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 Cerca de 200 servidores públicos dos municípios de Porto Velho, Guajará-Mirim e Ariquemes, mobilizados pelo Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado de Rondônia – Sindsef/RO, somaram à multidão que tomou as ruas do centro da capital, para  protestar contra os retrocessos que representa a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional – PEC 241 (PEC 55 no Senado).

Em Porto Velho, o ato de Paralisação Nacional teve inicio na praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré e encerrou em frente ao Centro Político Administrativo do Governo do Estado (CPA). A mobilização contou ainda com a adesão de entidades sindicais, movimentos sociais e estudantis.

No ato, o vice-presidente do Sindsef/RO, Mário Jorge Sousa de Oliveira, levou os participantes a refletirem sobre os problemas do nosso país enfrenta, eles eles a dívida pública e a não realização da reforma tributária.

 “Não podemos pagar o pato pelas mazelas do Governo Federal que se nega a taxar as grandes fortunas, que não faz que o Brasil precisa e onde o trabalhador paga o mesmo percentual de imposto e tributo que pagam os latifundiários, os bancários e as grandes empresas”, disse Mário Jorge.

O representante do Conselho Fiscal da Condsef, Herclus Coelho, enumerou alguns motivos pela qual a PEC 421 é nociva ao trabalhador. “A PEC congela o salário do servidor; retira os direitos de progressões funcionais, direitos trabalhistas e impede o servidor de recorrer judicialmente para requer seus direitos”, destacou.

Segundo Herclus, os prejuízos são bem maiores para a saúde e educação, pois os 15% de investimentos hoje repassados pelo Governo não serão suficientes para atender a população em crescimento, pelos próximos 20 anos. “Isso é um retrocesso, não podemos atacar essa situação. Por isso, o servidor público tem que ir pra rua exigir que os senadores que não votem a favor da PEC”, enfatizou.

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