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Família aguarda resposta do CREMERO por negligência médica

Família aguarda resposta do CREMERO por negligência médica

Da Redação

02 de Julho de 2013 às 14:48

Foto: Divulgação

Uma demorada sindicância envolvendo uma denuncia de negligência médica em um hospital público de Porto Velho vem tirando a tranquilidade de uma família que há quase um ano luta para que alguma ação seja tomada pelo CREMERO (Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia) em relação à denuncia apresentada que de acordo com os denunciantes quase tirou a vida de Eulina Coelho Silva (59), mãe do policial militar Edivaldo Coelho Silva, que entrou com uma ação aos órgãos competentes solicitando esclarecimentos e punições referente à situação ocorrida.

Entenda

Segundo relato da denúncia, Edivaldo descreveu que a sua mãe ficou internada na policlínica de 9h29 até as 12h30 e que ao ser atendida pelo médico ele apenas esperou normalizar a pressão arterial e depois a liberou, comunicando que deveria procurar uma unidade básica de saúde onde poderia obter um encaminhamento para um cardiologista.

Às 20h00 da mesma terça-feira Eulina começou a passar mal novamente, sendo encaminhada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Avenida Jatuarana (em frente a Comando de Operações Policiais/PM). Lá o médico que a atendeu avisou que ela estava tendo um possível AVC (Acidente Vascular Cerebral).

A ação

Edivaldo procurou o Ministério Público para que providências sejam tomadas "(...) quanto ao mau atendimento formalizado pelo Dr. Álvaro Paraguassú, pois segundo o senhor Edivaldo sua mãe pode ficar com sequelas".

A ação de sindicância foi protocolada no CREMERO no dia 27/11/2012 e até a presente data nenhuma medida foi tomada pelo Conselho.

“Não entendo essa demora, as partes já foram ouvidas e nada acontece. Por que o CREMERO não decide isso logo de uma vez? Estão esperando o que?”, indagou o Edivaldo Coelho.

Em contato com um funcionário do departamento administrativo do CREMERO fomos informados que apenas a presidência do órgão pode se manifestar sobre o assunto. Não foi possível contato até o fechamento dessa reportagem.

Direito ao esquecimento

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