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Minério extraido em Guajará Mirim pode estar sendo usado em construção de bomba atômica no Irã

Minério extraido em Guajará Mirim pode estar sendo usado em construção de bomba atômica no Irã

Da Redação

17 de Setembro de 2012 às 09:35

Foto: Divulgação

Com o título “Chávez, o laranja atômico ?”, a revista Veja desta semana publica reportagem assinada por Leonardo Coutinho onde informa que a Polícia Federal está investigando uma possível importação clandestina de minério do Brasil para o Irã com o objetivo de implementar o programa nuclear daquele país. O minério, segundo a reportagem, saiu de Guajará Mirim, em Rondônia, e foi apreendido na Bolívia.
“As rochas em estado bruto foram encontradas em sacos na garagem de um prédio em La Paz onde funciona o escritório do adido militar da Venezuela”, informa a revista.
De acordo coma reportagem da Veja, o governo boliviano disse tratar-se de urânio, matéria-prima para a bomba nuclear.
Ainda segundo a reportagem da Veja, “no dia seguinte um ministro boliviano disse que o que havia sido apreendido era tantalita, mineral usado na produção de ligas metálicas de alta resistência ao calor, à abrasão e à corrosão por substâncias ácidas, cararcterísticas ideais para a fabricação de peças para reatores nucleares e motores de foguetes e mísseis”.
Foi montada uma força-tarefa entre a PF, Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Exército. Já se sabe que o minério encontrado em La Paz é proveniente de Guajará Mirim, em Rondônia, segundo a revista.
A tantalita de Guajará estaria saindo do Brasil clandestinamente para alimentar o programa nuclear iraniano. O minério seria importado pela Venezuela do presidente Hugo Chavez para depois repassá-lo ao Irã. “Outras 18 tolenadas de tantalita já estavam sendo encaminhadas para a Bolívia”, diz a reportagem.
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