Advogados constitucionalistas já estão debruçados nos livros para ensejar ações jurídicas em favor dos servidores estaduais pretendentes a transpor para os quadros da União que por decisão e parecer jurídico da Advocacia Geral da União serão até 1987 e com os proventos pagos pelo Estado de Rondônia.
Servidor público federal recebe contracheque da União e passa a integrar a folha do governo federal, senão não é servidor federal, frisou um dos advogados consultados pelo site Nahoraonline.
Essa decisão, classificada por um dos advogados que no momento prefere não se identificar, é na verdade uma espécie de “marmota” com o propósito de tumultuar o processo de enquadramento desses servidores.
Os Policiais Militares do Ex-território Federal de Rondônia (651 deles) que conseguiram através do mesmo processo ser enquadrados como servidores federais, recebem hoje pela União com o devido número do Siape. Portanto, servidores federais não podem receber o mesmo valor do Estado porque são tabelas salariais diferentes e fere o Princípio da Isonomia.
Esse tratamento desumano está acontecendo por falta de pulso forte da bancada federal de Rondônia que parece ter “rabo preso” com o governo federal através de emendas e cargos federais que são oferecidos aos parlamentares.
Os servidores precisam se organizar e contratar advogados constitucionalistas que possam bater de frente com o governo federal e demonstrar o absurdo que poderá ser cometido com a publicação da Instrução Normativa na semana que vem.