ESPAÇO ABERTO: Nova tecnologia deverá otimizar o trânsito nas ruas de Porto Velho

ESPAÇO ABERTO: Nova tecnologia deverá otimizar o trânsito nas ruas de Porto Velho

Foto: Divulgação

 
MUDANÇA
 
Um novo sistema tecnológico vai substituir a operação arcaica dos semáforos da capital e deverá dar melhor fluidez ao trânsito. Aliás, é uma rotina observar nas ruas de Porto Velho semáforos desligados ou fora de operação.
 
TROCA
 
O secretário da Semtran, Ronaldo Flores, explica que há mais de cinco anos havia um problema crônico de manutenção e conservação dos semáforos. Ronaldo afirma que o município, por força de contrato, estava nas mãos de uma empresa que nem o básico fazia.
 
PROMESSA  
 
O contrato dizia que a empresa deveria modernizar e promover melhorias no parque semafórico da cidade, coisa que nunca ocorreu, de acordo com o secretário da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito.
 
PALEATIVO
 
Para não deixar a cidade sem atendimento, servidores da Semtran é que estão fazendo de forma bem precária as manutenções e consertos necessários. “ Não temos técnicos especializados nessa área, então fazemos do jeito que dá”, esclarece Ronaldo.
 
ENROLAÇÃO
 
Ronaldo pontua que havia um lobby muito grande de um empresário influente que conseguia “travar” os processos de cancelamento do contrato junto ao Tribunal de Contas do Estado.  Flores afirma que somente no dia 17 de abril conseguiu romper o contrato e na semana passada assinar com uma nova empresa.
 
NOVO PRESTADOR
 
O novo certame licitatório foi vencido por uma empresa de Curitiba. Os Técnicos devem chegar amanhã ou quarta para fazer uma avaliação do atual e sistema e ver o que precisa ser mudado.
 
MODERNIZAÇÃO
 
Entre as novidades do novo sistema estarão “laços indutivos e laços virtuais”. Duas tecnologias já usadas nas principais capitais brasileiras. Ambos os sistemas são controlados de uma central interligada com toda rede semafórica.
 
TROCA DE COR 
 
Carros que prestam serviços de urgência ou emergência, por exemplo, terão tags acopladas em seus sistemas elétricos. Com isso, os condutores poderão mudar o funcionamento dos semáforos conforme a necessidade.
 
OBRAS
 
A nova operação prevê obras nas vias para colocação de sensores no asfalto. Os equipamentos informam a quantidade de veículos em tempo real, ao mesmo tempo em que identificam a necessidade de manter os semáforos abertos por mais tempo, se for o caso.
 
REALIDADE 
 
Tomara que o novo sistema funcione exatamente como informou o secretário Ronaldo Flores. Nas ruas de Porto Velho, são raros os semáforos que abrem de forma continua para facilitar o trânsito. 
 
REALIDADE 2
 
Normalmente é um tal de abre e fecha sinaleira de forma desordenada que só atrapalha o trânsito e irrita, ainda mais, motoristas já estressados com a rotina diária.
 
MAIS ALÉM
 
Aproveitando essa inovação tecnológica que está por vir, sugiro ao Secretário buscar alternativas para acabar com os estacionamentos em via dupla. Citando apenas a Sete de Setembro, na região Central, é comum motorista parar o carro ao lado de veículos já estacionados.
 
 
MAIS ALÉM 2
 
Quando não é o “folgado” que desce para ir até um estabelecimento comercial e deixa o carro no meio da via, é uma madame que sai do veículo para seus fazeres enquanto seu “ príncipe” aguarda no carro e interrompendo o trânsito. 
 
MAIS ALÉM 3
 
Vale destacar que entre os folgados também estão alguns taxistas e motoristas de aplicativos que deveriam dar exemplo, mas fazem exatamente o contrário. 
 
 
SOLIDARIEDADE
 
A série de reportagens apresentadas pelo Rondoniaovivo ( você pode conferir buscando pelo título pandemia e fome ) gerou sensibilidade, reconhecimento sobre a vida miserável de quem mora nas ruas e mostrou pessoas solidárias, dispostas a ajudar de alguma maneira.
 
CAMINHO
 
Nossa equipe de jornalismo repassou contatos aos interessados que nos procuraram. Justamente essa comoção e benevolência nos impressionaram, além, é claro, da vida miserável vivida pelos moradores de rua.
 
PONTUAIS
 
Diferente do que se possa imaginar, de que as ruas estão infestadas somente de desgraçados, foi possível perceber que diversos indigentes que vivem em nossa capital, estão afastados do mundo por opção pessoal.
 
ESTRUTURA
 
Poderiam tranquilamente viver uma vida digna, com abrigo e comida satisfatórios. Não o fazem porque passaram por episódios isolados - a maioria envolve família, casamento, amor – e entendem que não há mais o que buscar.
 
APOIO
 
Esse é o trabalho de maior foco, e mais delicado também, da equipe da Secretaria Municipal de Ação Social e da Família. O psicólogo Geovany Lima, um dos coordenadores das atividades nas ruas, reconhece que não é fácil lidar com dramas pessoais.
 
APOIO 2
 
A maior dificuldade, conforme Geovany, é que além de decepções ocorridas no passado, muitos moradores de rua encontraram nas drogas e bebida o consolo, “apoio”, que precisavam. “ Lidamos com depressão ocasionada por inúmeros fatores ao mesmo tempo que também buscamos recuperar, desintoxicar pessoas já dominadas pela dependência química”, explica o psicólogo.
 
RELIGIOSIDADE
 
Independente do tipo de estrutura e apoio social oferecido aos excluídos, a religião é um “remédio” que não pode faltar no tratamento. Padres, pastores e outros líderes espirituais procuram sempre destacar a palavra de Deus e o quanto obediência, disciplina e respeito podem mudar a vida das pessoas.
 
DOAÇÃO
 
Na série de reportagens especiais sobre pandemia e fome também foi destacado o trabalho de voluntários. Pessoas que não ganham nada, em muitos casos tiram dinheiro do bolso para se envolver nos projeto sociais,  mas fazem questão de ajudar de alguma maneira.
 
ROTATIVO
 
Só na paróquia Sagrada Família, na rua Buenos Aires, onde produzimos as reportagens, cerca de 150 pessoas estão envolvidas no atendimento aos moradores de rua. Cada um auxilia como pode. O trabalho vai desde montar marmitas, distribuir senhas, trabalhar na cozinha, lavar roupas, ajudar na limpeza e outros afazeres necessários.
 
OUTROS
 
Além dos voluntários destacados na série de reportagens, nossa redação recebeu dezenas de informações sobre outras pessoas abnegadas que fazem da solidariedade e do voluntariado uma opção de vida.
 
INICIATIVA
 
Há três anos, um grupo de seis pessoas se reuniu para tentar ajudar de alguma maneira pessoas que moram nas ruas e quase nunca tem o que comer.
 
DESJEJUM
 
Ao perceber a grande concentração de indigentes no entorno da rodoviária de Porto Velho, os amigos que não tem vínculo com nenhum órgão assistencial ou religiosos decidiram oferecer café da manhã aos moradores de rua. 
 
 
DESJEJUM 2 
 
Todo domingo pela manhã, eles distribuem café com leite, suco e pão para cerca de 300 pessoas. Quando o carro se aproxima do estacionamento do Bradesco da Jorge Teixeira com Carlos Gomes, os moradores de rua começam a aparecer.
 
 
CEIA
 
Cada indigente recebe, em média, dois pães recheados com queijo e mortadela. Existe disciplina e respeito entre os excluídos que não exigem alimento além daquilo que realmente vão consumir.
 
DOAÇÃO
 
Domingo cedo da manhã é um horário para um público muito restrito, já que moradores de rua costumam dormir quando o dia já está clareando. Sempre sobram gêneros que são levados para outros destino. Uma comunidade carente na zona Leste de Porto Velho.  
 
AÇÃO
 
Pastor João Batista é um dos voluntários. Me recebeu carinhosamente na manhã deste domingo. Ofereceu café, suco e um “sanduba”, conversou amigavelmente e deixou claro que não havia necessidade de citar sua congregação.
 
POSITIVO
 
Disse que ajudar quem precisa é fazer o que prega a palavra de Deus. A contrapartida tem sido excelente. Em três anos de atuação junto aos indigentes, muitos já teriam se recuperado só com orientação espiritual, afirma João Batista.
 
VENHA QUEM QUISER
 
O pastor argumenta que mais pessoas envolvidas no projeto são sempre bem-vindas, mas eles não vão atrás de ninguém e nem pedem nada. “ Que seja da vontade de quem achar que deve contribuir de alguma maneira”, esclarece João Batista. 
 
CONFIANÇA
 
Essas ações, tanto na igreja como na rua, são a prova que eu precisava ( agora falando na primeira pessoa) para ajudar. É tanto golpista disfarçado de benevolente que muitas pessoas ficam desconfiadas, e com razão.
 
CONFIANÇA 2 
 
Conviver com esse “povo” por alguns dias reforçou uma convicção que eu tinha. Existem sim pessoas boas, solidárias, sensibilizadas com a vida infeliz dessa gente das ruas. A questão é que muitos não ajudam por conta dos picaretas que a internet revela constantemente.
 
Direito ao esquecimento

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M de F Moreira

Por Editoria

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