ESPAÇO ABERTO: Tomar a vacina não significa estar livre do coronavírus

ESPAÇO ABERTO: Tomar a vacina não significa estar livre do coronavírus

Foto: Divulgação

ALERTA
 
A morte da cabeleireira Geny Moreira da Silva, de 75 anos, na segunda-feira, em um hospital de Campo Grande(MS), onde estava internada na UTI por Covid-19, revela que não basta estar vacinado para escapar desse maldito vírus que tanta tristeza tem causado à milhares de famílias.
 
CONTENTE
  
Dona Geny estava feliz, tomou as duas doses da vacina Coronavac neste ano, mas 40 dias após a segunda dose, se infectou com coronavírus e precisou ser intubada. Não resistiu. 
 
AGLOMERAÇÃO
 
Mesmo sendo uma pessoa caseira, reservada e cuidadosa a cabeleira foi infectada. Que essa tragédia na famíla de dona Geny sirva de alerta para quem imagina não precisar mais se cuidar após ser vacinado.
 
HÁBITO
 
Lavar bem as mãos, usar máscara, evitar aglomerações e manter distanciamento social são medidas sem prazo de validade para acabar. É importante que todas as pessoas tenham consciência disso. E a explicação é muito simples. Não existe ainda vacina com 100% de eficácia.
 
DESTAQUE
 
Aliás, a campanha feita por esta coluna, que tem apoiadores de renome como RIMA TAXI AÉREO, GRUPO SAGA, SANTO ANTÔNIO ENERGIA, SEBRAE E AGÊNCIARTE, chama atenção justamente para as medidas preventivas. As pessoas precisam trabalhar, exercer suas atividades essenciais, mas sem descuidar da proteção. 
 
 
NÃO PROTEGE     
 
De repente alguém pode estar questionando então se vale a pena se vacinar. Claro que vale. A vacina contribui bastante para a prevenção, mas é importante ter em mente que o imunizante não é um atestado de que acabou o cuidado.
 
EFICÁCIA
 
Quando as vacinas contra Covid-19 começaram a ser desenvolvidas, o mundo enfrentava a primeira onda de coronavírus. A primeira vacina a ser produzida foi a chinesa Coronavac voltada expecificamente para a única cepa conhecida e identificada justamente na própria China.
 
EFEITO
 
A Coronavac tem eficácia geral de 50,38% após duas doses, segundo o Instituto Butantan, que produz a vacina no Brasil. Cientistas da Universidade Federal de Brasília(UnB), argumentam que ela tem 50% de eficácia contra a variante do Amazonas, responsável por grande parte das mortes por Covid-19 neste ano.
 
MAIS VACINAS
 
A AstraZeneca, também conhecida como vacina de Oxford, produzida no Brasil pela Fiocruz apresentou nos testes uma eficácia geral de 70% após as duas doses. No entanto, ela não é recomendada para gestantes ou mulheres que tiveram filhos recentemente por causa das reações.
 
BONS RESULTADOS
 
A médica brasileira Sue Ann Costa Clemens para a Saúde Global da Universidade de Siena, na Itália, que pesquisou a vacina, afirma que a eficácia da vacina AstraZeneca contra a cepa de Manaus varia entre 70 e 100% .
 
MAIS POTENTE
 
A vacina Pfizer, de acordo com o Centro de Controle e prevenção de Doenças dos Estados Unidos(CDC), tem eficácia geral de 94%.  Quanto à variante de Manaus, um estudo conduzido por cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, mostrou que a Pfizer mostrou eficácia “robusta” contra a cepa brasileira, mas, não divulgou percentual.
 
VACINAS EM GERAL
 
Estudos realizados ao redor do mundo mostram que nenhuma das vacinas produzidas até agora garante que as pessoas imunizadas não vão contrair a Covid-19, mas revelam que a vacinação faz diminuir, e muito, a mortalidade pela doença.
 
EXEMPLO
 
A gravidade de vítimas recentemente em Manaus é um exemplo. A Situação no estado só foi controlada com a vacinação. Quando a capital do Amazonas atingiu o índice de 10% da população vacinada com duas doses, os índices começaram a cair até ficar em níveis não alarmantes.
 
 
SOLUÇÃO
 
Produtores rurais da Linha 9 "A", localizada no Sul do município de Canutama, finalmente parecem ter sido lembrados pelo poder público. Através de um Termo de Cooperação assinado com a prefeitura de Porto Velho a região conseguirá ser melhor atendida.
 
ÁREA
 
A região Sul de Canutama tem 700 KM de extenção e não dispõe de estrutura para atender as comunidades já que o único acesso por terra até o município é via Porto Velho. Quem vem do Amazonas, só consegue chegar na cidade de Canutama por avião ou barco ou então é obrigado a usar as estradas rurais de Porto Velho.
 
COMPROMISSO
 
O acordo para atender o município foi assinado pelo prefeito de Canutama, José Roberto, Elenilson Barboza Moreira, representante dos produtores da Linha 9 A", e o prefeito Hildon Chaves que cumpriu a promessa de firmar compromisso com a comunidade.
 
MARTÍRIO 
 
Todo ano, principalmente em época de chuva intensa, moradores e produtores rurais sofrem com as consequências ocasionadas pelo volume excessivo de água.
 
PRODUÇÃO
 
Muita gente já teve produção perdida pela dificuldade em escoar a produção. Alagamentos deixam as estradas completamente instransitáveis, além de provocar também queda de pontes.
 
DESPESA
 
Quando os problemas se agravam, são os produtores instalados no lado pertencente a Porto Velho que costumam arcar com despesas para contratar máquinas e recuperar as vias e pontes destruídas.
 
CRIANÇAS
 
As crianças em idade escolar também são prejudicadas quando ocorrem alagamentos. Dezenas de estudantes, de ambos os municípios, costumam ficar dias sem aula pois a água da enchente cobre completamente as estradas. A foto em destaque mostra que até camionetes com tração ficam no atoleiro.
 
  
AGRADECIMENTO
 
Tanto o prefeito de Canutama como os produtores rurais elogiaram a sensibilidade do prefeito Hildon Chaves que entendeu a situação geográfica desfavorável para os moradores da região que não dispõem de recursos humanos e logísticos quando necessitam de suporte.
 
Direito ao esquecimento

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