ESPAÇO ABERTO: O mau exemplo de comportamento à frente da gestão pública

ESPAÇO ABERTO: O mau exemplo de comportamento à frente da gestão pública

Foto: Divulgação

DESGASTE
 
A prefeita de Guajará-Mirim, Raíssa Bento (MDB), parece que ainda não se deu conta de que é gestora de uma cidade e não líder de torcida organizada.
 
POLÊMICA 
 
Raíssa se envolveu em bate-boca nas redes sociais para defender o marido, Antônio Bento, que hostilizou um vereador por estar fazendo o papel de fiscalizador, como manda a lei.
 
DENÚNCIA 
 
O descontrole começou após o vereador, Rivan Eguez (PV), gravar um vídeo denunciando os ataques do marido da chefe do executivo, Antônio Bento.
 
DISCRIMINAÇÃO
 
No comentário, a prefeita disse que Rivan era um falso vereador e que ele só era brabo pelas costas. Afirmou ainda que o parlamentar não tem dinheiro para pagar advogado, caso tenha que responder processo.
 
EXEMPLO
 
Se for levado em conta o mau exemplo de comportamento apresentado pelo marido de Raíssa, até dá para se dizer que ela tem onde se espelhar.
 
AGRESSÃO
 
Antônio Bento já protagonizou mais de um ato intempestivo contra quem não aprova a administração de sua ilustre cônjuge.
 
AGRESSÃO 2
 
Ele já insultou servidores municipais, fez ameaças e chegou a agredir  com um soco no nariz um cidadão que foi parar no hospital. 
 
CONDENAÇÃO
 
Antônio Bento foi eleito prefeito de Guajará-Mirim em 2016, mas teve o registro cassado pela Justiça Eleitoral com base na lei da ficha limpa. Bento, do MDB, foi condenado em 2014 por falsificação de documento.
 
COMIDA
 
É impressionante o dilema que envolve o fornecimento de comida para órgãos do Estado de Rondônia. Quando não é presídio é hospital. Provavelmente deve ter um Phyllobates terribilis enterrado em algum lugar do CPA.
 
DEMOROU
 
Os trabalhadores da Nutrimais, empresa responsável pelo fornecimento de refeições, não abriram o refeitório e anunciarem a paralisação dos serviços no Hospital de base por falta de pagamento. 
 
JUSTIFICATIVA
 
A Nutrimais justificou que teria havido atraso no repasse de recursos por parte do governo do Estado.
 
OUTRO LADO
 
A Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) informou que o governo não deixou de pagar nenhum valor do que foi acordado com a empresa.
 
NORMALIZAÇÃO
 
O serviço foi normalizado com atraso de duas e com a presença da Polícia Militar que foi até o HB e abriu o refeitório do hospital para que a comida fosse servida.
 
MAIS DESEMPREGADOS
 
O desemprego bateu recorde no primeiro trimestre deste ano, atingindo 14,8 milhões de brasileiros, segundo a Pnad, divulgada nesta quinta pelo IBGE. 
 
MILHÕES
 
No mesmo período do ano passado, eram 12,9 milhões de brasileiros desempregados. Ou seja, o contingente de trabalhadores sem ocupação cresceu quase 2 milhões em um ano. 
 
ESTABILIDADE
 
Já no caso de Rondônia, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) referente ao primeiro trimestre de 2021 mostrou que o estado registrou taxa desocupação de 11,4%, mantendo-se estável quando comparada com o último trimestre de 2020.  
 
MAIORIA
 
No estado, os empregados permanecem como o maior grupo por categoria do emprego, representando 58,3% das pessoas ocupadas no primeiro trimestre deste ano.
 
MAIORIA NO PRIVADO
 
Entre os empregados, 67,7% estavam ocupados no setor privado; 24,9% no setor público e 7,4% eram trabalhadores domésticos.
 
INFORMAIS
 
O segundo grupo mais expressivo é formado por trabalhadores por conta própria: 33,6%, sendo que 85,2% deles não possuem registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).
 
CAMPO
 
Por grupamento de atividade, os trabalhadores do setor agropecuário representaram 21,5% (160 mil) das 743 mil pessoas ocupadas em Rondônia; os trabalhadores do comércio corresponderam a 19,6% (146 mil) e 17,2% (128 mil) desempenhavam suas atividades na administração pública.
 
ENTRE OS DEZ
 
Assim como a taxa de desocupação, a taxa de informalidade manteve-se estável em Rondônia, com índice de 49,8%, sendo a décima maior taxa no ranking brasileiro e a terceira da Região Norte.
 
TELEFONE
 
Desde o início da pandemia de covid-19, o IBGE tem feito a coleta de informações das pesquisas por telefone. Quando o domicílio é selecionado na amostra, é entregue uma carta informando sobre a pesquisa, dados do(a) pesquisador(a) e os números telefônicos para checagem sobre a veracidade da coleta. Além disso, é possível verificar a identidade do servidor por meio do site: www.respondendo.ibge.gov.br/entrevistador.
 
SUCESSO
 
A Fhemeron comemorou o sucesso da iniciativa realizada pela Base Aérea de Porto Velho. Cerca de 150 militares realizaram uma ação voluntária de doação de sangue.
 
 
AMENIZOU
 
A doação em massa deu um fôlego no estoque da Fundação, que se encontrava em nível quase crítico.
 
NECESSIDADE
 
De acordo com a Fundação, o tipo sanguíneo mais necessitado é o O+, que também é destinado principalmente ao tratamento de pacientes com COVID-19 e para pacientes internados no Hospital do Amor da Amazônia.
 
 
SENSIBILIZADOS
 
O coronel Paulo Cesar Fischer, comandante da Base Aérea,  informou que a iniciativa de doar partiu de vários militares que ficaram sensibilizados ao acompanhar notícias com apelo da Fhemeron para aumentar o estoque de sangue. 
 
OUTRAS DOAÇÕES
 
A iniciativa foi tão positiva que outros mutirões para doar sangue deverão acontecer ainda este ano, enfatiza o comandante Fischer.
 
LÁ EM CIMA
 
O Itaú Unibanco elevou de forma expressiva suas projeções para o desempenho do PIB em 2021, com normalização da taxa de poupança das famílias, forte retomada global com as commodities em ascensão e reabertura da economia brasileira em meio à expansão da vacinação. O banco agora vê crescimento do PIB de 5,0% em 2021, ante estimativa anterior de 4,0%. 
 
DÚVIDA
 
A menos de uma semana do prazo final da entrega do Imposto de Renda, beneficiários do auxílio emergencial ainda têm dúvidas em relação à declaração e a devolução do benefício. E se o contribuinte não conseguir devolver o valor do benefício até 31 de maio? No site da Receita Federal é possível tirar todas as dúvidas.
 
AFIRMAÇÃO
 
Relator da proposta de reforma tributária na extinta comissão mista da Câmara e do Senado, o deputado Aguinaldo Ribeiro, diz que o ministro da Economia, Paulo Guedes, nunca quis e não quer a reforma tributária. “O que ele quer é aumentar imposto travestido de reforma com a CPMF”, disse.
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