NESTA QUARTA: Propostas para o setor cultural é discutida com o candidato Hildon Chaves

O evento é aberto a todos. Para participar, basta acessar o link disponibilizado aqui na matéria, com a respectiva senha

NESTA QUARTA:  Propostas para o setor cultural é discutida com o candidato Hildon Chaves

Foto: Divulgação

O pessoal da cultura se reúne nesta quarta-feira,25, com candidato a prefeito Hildon Chaves para discutir as propostas   que o candidato tem para o setor.  O encontro será virtual, às 19 horas (Horário de Rondônia), com transmissão on-line pelo Zoom.

 

Para participar acesse o LINK e utilize o ID e a senha abaixo:

ID da reunião: 839 1842 8480

Senha de acesso: 551419

 

A reunião discutirá questões como orçamento para a pasta (um dos pontos mais criticados pelo pessoal da cultura), implementação do Sistema Municipal de Cultura (SMC),  assim como garantir a participação social na vida cultural da capital, bem como outros temas a serem levantados.

 

De acordo com Chicão Santos, produtor cultural, nestes  quatro anos a administração municipal realizou apenas politicas de governo, que são aqueles que atendem aos eventos.

 

“Já as politicas permanentes de cultura, como programa de fomento por meio de editais públicos praticamente não existiu”, revelou.

 

O presidente da  Federação de Quadrilhas, Bois Bumbá e Grupos Folclóricos do Estado de Rondônia (Federon), Fernando Rocha, afirmou que a gestão teve os pontos positivos e negativos. Os positivos, segundo ele, foram a revitalização do Mercado Cultural, da Praça Madeira-Mamoré, Arraial Municipal (pequenos, mas fizerem), apoio estrutural nos arraiais comunitários de pequeno e médio porte, como o circuito junino, entre outros.

 

Para ele, os  pontos negativos, por parte da Funcultural, é que fez-se necessário um incentivo maior à cultura popular, a exemplo  das escolas de samba, quadrilhas juninas e bois-bumbás, fanfarras e outros.

 

 “No meu ponto de vista cada secretaria tem sua autonomia para criar e ampliar os programas de políticas públicas, assim como  as fundações e as autarquias”, disse.

 

“O que vimos dentro da Funcultural foi um distanciamento com os movimentos culturais, falta de diálogo, de troca de ideias e de opiniões”, completou.

 

Para ele, faltou também o comprometimento do Conselho Municipal de cultura, “que não funciona”. “Ele (Conselho) é o órgão que normativa os recursos para os projetos, mas  nunca atuou, e, se funciona, não tenho conhecimento”, disse.

 

 Fernando Rocha acrescenta ainda que a Funcultural é também uma captadora de recursos, tanto público quanto privado, “no entanto não vemos essa mobilização para que isto aconteça”.

 

Na sua opinião, captar recursos seria uma saída para investir na cultura. “Às vezes, a solução das questões está dentro do órgão, seja da cultura ou de outro segmento, porém é preciso que seja administrado por bons secretários – quando isso não acontece, alguns pontos se tornam mais fracassado do que outros”.

 

 

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